Nevirapina

Que lesão de órgão nevirapina pode causar? síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, lesão hepática medicamentosa, insuficiência hepática aguda, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, exantema, eritema, lesões orais, lipodistrofia, eritema multiforme, estomatite, insuficiência hepática, citopenia, eosinofilia, leucopenia, agranulocitose, neutropenia, perturbação sensorial, miopatia, colestase, dRESS, imunodeficiência, infecção pelo HIV, infeção sexualmente transmissível, anemia, complicações na gravidez, nefropatia, diabetes mellitus, doença da mama, perturbação cognitiva, rabdomiólise, trombocitopenia, coronariopatias, disfunção cognitiva, dissonia, distúrbio da Pigmentação, doença da tireoide, doença óssea, doenças hipertensivas da gravidez, encefalite, eritrodermia, gastroenterite, ginecomastia, hipoestesia, hipopigmentação, insônia, insuficiência renal, meningite, pancreatite, pré-eclampsia, prurido, xerostomia, pneumonite intersticial, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, urticária e angioedema, fotossensibilidade, alucinação, artrite, artrite reumatoide, artropatia, burning mouth syndrome, cirrose hepática, demência, demência na doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), diabetes gestacional, dificuldade de aprendizagem, doença autoimune, doença do pé, doença genética, doença relacionada a AIDS, galactorreia, gastrite, hepatite B, hepatite C, hepatite Viral, hepatomegalia, hidrocefalia, hiperidrose, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipertensão portal, hipotiroidismo, leucocitose, meningoencefalite, miopatia mitocondrial, neoplasia mieloproliferativa, neurite, osteoporose, parestesia, parto pré-termo, perda de consciência, perturbação de ansiedade, perturbação do neurodesenvolvimento, polineuropatia, radiculopatia, síncope, síndrome de Dandy-Walker, síndrome de Fanconi, síndrome de Sjögren, síndrome inflamatória de reconstituição imune, transtorno auditivo, transtorno da comunicação, transtorno puerperal, trombocitose, tumor de pele, úlcera gástrica, úlcera péptica e vitiligo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
87
ROR:
2,3 (IC 95% 1,82,8)
Literatura:
120 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Relatos no FAERS:
37
ROR:
1,5 (IC 95% 1,12,1)
Literatura:
7 de 7 artigos

Neuropatia periférica

BProvávelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
95
ROR:
0,8 (IC 95% 0,71)
Literatura:
12 de 15 artigos

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
59
ROR:
0,2 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
105 artigos

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
6 de 9 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Relatos no FAERS:
27
ROR:
2,7 (IC 95% 1,94)
Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Relatos no FAERS:
27
ROR:
2,5 (IC 95% 1,73,6)
Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.