Que lesão de órgão fingolimode pode causar? bloqueio atrioventricular, degenerescência macular, edema macular, bloqueio de ramo, bradicardia, prolongamento do intervalo QT, anemia hemolítica, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, trombocitopenia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, citopenia, leucopenia, arritmia cardíaca, doença autoimune, imunodeficiência, linfocitopenia, retinopatia, esclerose múltipla, encefalite, tumor de pele, encefalite viral, leucoencefalopatia multifocal progressiva, transtornos linfoproliferativos, linfoma, linfoma não Hodgkin, meningite, carcinoma, carcinoma espinocelular, doença cerebrovascular, infeção sexualmente transmissível, linfoma cutâneo de células T, melanoma, molusco contagioso, tumor cerebral, tumor neuroendócrino, astrocitoma, cardiopatia congênita, coagulopatia, colite, diátese hemorrágica, gastroenterite, glioblastoma, glioma, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, linfoma de células B, meningoencefalite, perturbação do neurodesenvolvimento, púrpura, púrpura trombocitopênica idiopática, síndrome inflamatória de reconstituição imune, anemia, anemia hemolítica autoimune, autismo, catarata, colite ulcerosa, complicações na gravidez, coriorretinopatia serosa central, dextrocardia, dispneia, doença da córnea, doença da tireoide, doença genética, doença inflamatória intestinal, espectro autista, fibrilação auricular, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hepatite E, hepatite Viral, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão arterial, hipotiroidismo, insuficiência adrenal, lesão pulmonar, leucemia, mieloma múltiplo, mielopatia, neurite óptica, neurodegeneração, neuropatia óptica, parapsoríase, pitiríase, pitiríase liquenoide, retardo mental, síndrome de Brugada, situs inversus, taquicardia, taquicardia ventricular, transtorno global do desenvolvimento, transtorno respiratório, trombose, trombose venosa, uveíte, vasculite, vasoespasmo cerebral e verruga.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.