Fingolimode

Que lesão de órgão fingolimode pode causar? bloqueio atrioventricular, degenerescência macular, edema macular, bloqueio de ramo, bradicardia, prolongamento do intervalo QT, anemia hemolítica, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, trombocitopenia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, citopenia, leucopenia, arritmia cardíaca, doença autoimune, imunodeficiência, linfocitopenia, retinopatia, esclerose múltipla, encefalite, tumor de pele, encefalite viral, leucoencefalopatia multifocal progressiva, transtornos linfoproliferativos, linfoma, linfoma não Hodgkin, meningite, carcinoma, carcinoma espinocelular, doença cerebrovascular, infeção sexualmente transmissível, linfoma cutâneo de células T, melanoma, molusco contagioso, tumor cerebral, tumor neuroendócrino, astrocitoma, cardiopatia congênita, coagulopatia, colite, diátese hemorrágica, gastroenterite, glioblastoma, glioma, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, linfoma de células B, meningoencefalite, perturbação do neurodesenvolvimento, púrpura, púrpura trombocitopênica idiopática, síndrome inflamatória de reconstituição imune, anemia, anemia hemolítica autoimune, autismo, catarata, colite ulcerosa, complicações na gravidez, coriorretinopatia serosa central, dextrocardia, dispneia, doença da córnea, doença da tireoide, doença genética, doença inflamatória intestinal, espectro autista, fibrilação auricular, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hepatite E, hepatite Viral, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão arterial, hipotiroidismo, insuficiência adrenal, lesão pulmonar, leucemia, mieloma múltiplo, mielopatia, neurite óptica, neurodegeneração, neuropatia óptica, parapsoríase, pitiríase, pitiríase liquenoide, retardo mental, síndrome de Brugada, situs inversus, taquicardia, taquicardia ventricular, transtorno global do desenvolvimento, transtorno respiratório, trombose, trombose venosa, uveíte, vasculite, vasoespasmo cerebral e verruga.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Bloqueio atrioventricular

BProvávelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Relatos no FAERS:
671
ROR:
6 (IC 95% 5,56,5)
Literatura:
9 de 16 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Relatos no FAERS:
1.743
ROR:
5,9 (IC 95% 5,66,2)
Literatura:
8 de 26 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Relatos no FAERS:
249
ROR:
1,6 (IC 95% 1,41,8)
Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Relatos no FAERS:
55
ROR:
0,6 (IC 95% 0,40,7)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
170
ROR:
0,5 (IC 95% 0,40,5)
Literatura:
4 de 13 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
1.047
ROR:
0,4 (IC 95% 0,30,4)
Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
306
ROR:
0,3 (IC 95% 0,30,4)
Literatura:
3 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
17
ROR:
0,1 (IC 95% 00,1)
Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Relatos no FAERS:
10
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.