Que lesão de órgão dapagliflozina pode causar? cetoacidose euglicêmica, lesão renal aguda, cetoacidose diabética, infeção do trato urinário, glicosúria, insuficiência cardíaca, esteatose hepática, cardiomiopatia, hipertensão pulmonar, nefrite intersticial aguda, exantema medicamentoso, lesão hepática medicamentosa, diabetes mellitus, nefropatia, insuficiência renal, diabetes mellitus tipo 2, insuficiência renal crônica, cardiomegalia, doença autoimune, diabetes mellitus tipo 1, disfunção ventricular esquerda, proteinúria, convulsão, arritmia cardíaca, colite, gastroenterite, hipertensão arterial, hipertensão arterial pulmonar, hipotensão arterial, nefropatia diabética, sarcopenia, síndrome de Fournier, doença genética, doença óssea, fibrilação auricular, hipertrofia ventricular esquerda, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, osteoporose, pancreatite, dRESS, aneurisma, aneurisma da aorta, aneurisma de aorta abdominal, artrite, artropatia, artropatia por deposição de cristais, balanopostite, cardiomiopatia dilatada, cirrose hepática, cisto, cisto ovariano, colite ulcerosa, coma diabético, demência, diabetes insípida, disfunção cognitiva, disfunção erétil, disfunção testicular, doença da bexiga, doença dos ovários, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença inflamatória intestinal, doença vulvar, encefalopatia hepática, eosinofilia, epilepsia, eritema, erro metabólico hereditário, espectro autista, estado de mal epilético, faringite, fimose, gota, hematúria, incontinência urinária, insuficiência hepática, miopatia, nasofaringite, nefrite, neoplasia da bexiga, patologia uterina, perturbação cognitiva, perturbação do neurodesenvolvimento, poliglobulia, poliúria, psoríase, rabdomiólise, retenção urinária, sangramento uterino anormal, síndrome de Sweet, síndrome do desejo sexual hipoativo, síndrome do ovário policístico, transtorno global do desenvolvimento, tremor essencial, vaginite, vaginite por candidíase e vulvite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Acidose com cetona alta e glicemia abaixo de 250, que é justamente o que faz não pensar em cetoacidose. As gliflozinas são a causa, e o risco concentra-se em jejum, cirurgia e doença aguda — por isso suspender antes do procedimento.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.