Cladribina

Que lesão de órgão cladribina pode causar? agranulocitose, trombocitopenia, citopenia, leucopenia, neutropenia, imunodeficiência, linfocitopenia, exantema medicamentoso, exantema, anemia aplástica, doença autoimune, esclerose múltipla, transtornos linfoproliferativos, anemia, linfoma, anemia hemolítica, linfoma não Hodgkin, síndrome mielodisplásica, anemia hemolítica autoimune, leucemia, lesão hepática medicamentosa, linfoma de células B, pancitopenia, neuropatia periférica, alopécia, carcinogênese, coagulopatia, displasia, eosinofilia, gastroenterite, leucemia mieloide, pneumonite intersticial, arritmia cardíaca, diátese hemorrágica, doença congênita, granuloma, lesões orais, leucemia linfoide, linfoma de Hodgkin, neuropatia óptica, púrpura, insuficiência cardíaca, convulsão, aplasia de medula óssea, artrite, artrite reumatoide, artropatia, bloqueio de ramo, carcinoma, carcinoma espinocelular, cegueira, coagulação intravascular disseminada, distúrbio da Pigmentação, doença cerebrovascular, doença da mama, encefalite, eritema, eritema multiforme, esofagite, ginecomastia, gripe, hepatomegalia, herpes, histiocitose, histiocitose de células de Langerhans, insuficiência respiratória, isquémia cerebral, leucemia mieloide aguda, melanoma, meningite, meningite bacteriana, meningoencefalite, mielofibrose idiopática, mielopatia, neoplasia mieloproliferativa, neurodegeneração, perturbação sensorial, polineuropatia, púrpura trombocitopênica idiopática, retinopatia, síndrome de Guillain-Barré, síndrome hipereosinofílica, síndrome inflamatória de reconstituição imune, transtorno respiratório, trombofilia, tuberculose do sistema nervoso, tumor cerebral, tumor de pele, tumor neuroendócrino e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
64
ROR:
0,7 (IC 95% 0,50,8)
Literatura:
29 de 47 artigos

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
44
ROR:
0,4 (IC 95% 0,30,6)
Literatura:
19 de 32 artigos

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
10
ROR:
0 (IC 95% 00,1)
Literatura:
11 de 14 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Relatos no FAERS:
34
ROR:
0,9 (IC 95% 0,71,3)
Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
6 de 19 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
4 de 4 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
3 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
2 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.