Doença da tireoide
BProvávelEndócrina- Literatura:
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Que lesão de órgão alemtuzumab pode causar? doença da tireoide, bócio, exoftalmia, hipertiroidismo, hemorragia alveolar difusa, doença cerebrovascular, hemofilia A, hipotiroidismo, doença autoimune, citopenia, doença genética, coagulopatia, esclerose múltipla, leucopenia, trombocitopenia, agranulocitose, diátese hemorrágica, nefropatia, neutropenia, anemia, anemia hemolítica, anemia hemolítica autoimune, encefalite, púrpura, tiroidite, encefalite viral, leucoencefalopatia multifocal progressiva, transtorno respiratório, pneumonite intersticial, aneurisma, distúrbio da Pigmentação, glomerulonefrite, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hipopigmentação, imunodeficiência, linfocitopenia, nefrite, pneumonia, púrpura trombocitopênica idiopática, tiroidite autoimune, síndrome do desconforto respiratório agudo, lesão hepática medicamentosa, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, acidente vascular cerebral, alopécia, alopecia areata, dissecção da aorta, doença do soro, histiocitose, lesão pulmonar, linfo-histiocitose hemofagocítica, micose pulmonar, nefropatia membranosa, púrpura trombocitopênica trombótica, trombofilia, vasculite, vitiligo, hipertensão pulmonar, pneumocistose por imunossupressão, dano alveolar difuso, infarto do miocárdio, bradicardia, convulsão, anafilaxia, arritmia cardíaca, artrite, artrite reumatoide, artropatia, aspergilose pulmonar, aspergilose pulmonar invasiva, bolha, carcinoma, carcinoma espinocelular, colecistite, complicações na gravidez, descolamento de retina, diabetes mellitus, dispneia, dissecção da artéria vertebral, doença da vesícula biliar, doença de Castleman, doença de Still do adulto, embolia, embolia pulmonar, equimose, estado de mal epilético, exantema, hemoptise, hipertensão arterial, insuficiência respiratória, lesão pulmonar aguda, miastenia grave, neuropatia óptica, pneumonia viral, polineuropatia, proteinúria, psoríase, retinite, retinopatia, síndrome de Goodpasture, síndrome de Guillain-Barré, síndrome inflamatória de reconstituição imune, síndrome miastênica de Lambert-Eaton, síndrome paraneoplásica, tiroidite de hashimoto, transtornos linfoproliferativos, uveíte e vasculite cerebral.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
A droga não causa o infiltrado, causa a brecha: corticoide prolongado, rituximabe, metotrexato. Importa porque tem profilaxia, e a decisão de profilaxar depende de saber qual esquema abre a porta.
O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.