Encefalite
BProvávelNeurológica- Literatura:
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Que lesão de órgão efalizumabe pode causar? encefalite, exantema medicamentoso, encefalite viral, leucoencefalopatia multifocal progressiva, citopenia, trombocitopenia, doença autoimune, psoríase, artropatia, artrite, artrite psoriática, doença óssea, espondiloartropatia, linfoma, linfoma não Hodgkin, transtornos linfoproliferativos, neuropatia periférica, coagulopatia, linfoma de células B, meningite, polineuropatia, síndrome de Guillain-Barré, lesão hepática medicamentosa, urticária e angioedema, alopécia, eosinofilia, leucocitose, linfocitose, lúpus eritematoso sistêmico, meningite asséptica, pancitopenia, penfigoide bolhoso, púrpura, anemia hemolítica, alopecia areata, anemia, anemia hemolítica autoimune, angioedema, carcinoma, carcinoma espinocelular, ceratose seborreica, dermatite seborreica, diátese hemorrágica, dispneia, doença cerebrovascular, doença das glândulas sebáceas, doença do soro, doença ocular, eczema, enxaqueca, erisipela, eritrodermia, esclerose múltipla, exantema, herpes, hipertricose, linfoma cutâneo de células T, linfoma de Burkitt, meningoencefalite, miastenia grave, miopatia, molusco contagioso, neoplasia mieloproliferativa, neurite, paresia, patologia uterina, perturbação mental, piodermite gangrenosa, púrpura trombocitopênica idiopática, púrpura trombocitopênica trombótica, queratose, rabdomiólise, síndrome inflamatória de reconstituição imune, síndrome paraneoplásica, transtorno respiratório, trombocitose, trombofilia, tumor de pele, úlcera, vasculite e vasculite cerebral.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.