Que lesão de órgão cefuroxima pode causar? urticária e angioedema, exantema medicamentoso, anafilaxia, retinopatia, lesão renal aguda, maculopatia tóxica, pustulose exantemática aguda generalizada, dRESS, anemia hemolítica, nefropatia, degenerescência macular, edema macular, insuficiência renal, citopenia, agranulocitose, gastroenterite, leucopenia, doença autoimune, exantema, vasculite, lesão hepática medicamentosa, angina, colite pseudomembranosa, coronariopatias, descolamento de retina, doença da córnea, enterocolite, hemorragia intraocular, neutropenia, perturbação sensorial, prurido, vasoespasmo coronariano, nefrite intersticial aguda, trombocitopenia, convulsão, anemia, arritmia cardíaca, artralgia, artropatia, coagulopatia, colite, diátese hemorrágica, doença do soro, doença pulmonar, eosinofilia, eritema, hemorragia retinal, hipersensibilidade de tipo III, intertrigo, nefrite, proteinúria, púrpura, sangramento gastrointestinal, uveíte, prolongamento do intervalo QT, infarto do miocárdio, valvopatia, colestase, síndrome neuroléptica maligna, anemia hemolítica autoimune, angioedema, atrofia óptica, cãibra, cardiopatia congênita, choque cardiogênico, colelitíase, colite isquêmica, complicações na gravidez, confusão, crise de ausência, daltonismo, dispneia, doença da vesícula biliar, endoftalmite, epilepsia, estado de mal epilético, flebite, granuloma, hematúria, hiperemia, hipotensão arterial, infeção ocular, insuficiência aórtica, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, leucocitose, lúpus eritematoso sistêmico, mioclonia, miopatia, neuropatia óptica, oligo-hidrâmnio, pancreatite, parada cardíaca, pênfigo, perturbação cognitiva, perturbação de ansiedade, púrpura de Henoch-Schönlein, púrpura trombocitopênica trombótica, regurgitação mitral, retinite, taquicardia, transtorno auditivo, transtorno de pânico, transtorno respiratório, transtornos linfoproliferativos, trombofilia, tromboflebite, trombose e trombose venosa.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Perda de campo central que não volta depois de instalada — daí o rastreamento anual por OCT em quem usa antimalárico há mais de cinco anos. Tamoxifeno e pentosano polissulfato dão quadros parecidos e menos lembrados.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.