Mioclonia
BProvávelNeurológica- Literatura:
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Que lesão de órgão bismuto pode causar? mioclonia, confusão, perturbação sensorial, exantema medicamentoso, distúrbio da Pigmentação, lesão renal aguda, insuficiência renal, epilepsia, tremor, alucinação, convulsão, ataxia, delirium, perturbação cognitiva, transtorno auditivo, nefropatia, lesões orais, doença óssea, doença periodontal, artropatia, necrose avascular, meta-hemoglobinemia, distúrbios do sistema vestibular, mielopatia, neoplasia das vias respiratórias, neurite óptica, neuropatia óptica, parestesia, periodontite, periodontite apical, tumor pulmonar, vertigem, lesão hepática medicamentosa, neuropatia periférica, alopécia, alopecia areata, complicações na gravidez, demência, dissonia, edema cerebral, encefalite, estomatite, exantema, hiperpigmentação, insônia, obstrução intestinal, paralisia, prurido, trombose, úlcera, esteatose hepática, nefrite intersticial aguda, trombocitopenia, urticária e angioedema, fotossensibilidade, anafilaxia, aneurisma, aneurisma cerebral, atrofia óptica, cegueira, ceratite, ciatalgia, cirrose hepática, citopenia, coagulopatia, coma, daltonismo, diátese hemorrágica, diplopia, distúrbio da fala, doença cerebrovascular, doença da córnea, doença de Creutzfeldt-Jakob, doença do sistema linfático, doença genética, doença priônica, embolia, epilepsia do lobo temporal, epilepsia focal, eritrodermia, gengivite, gengivite ulcerativa necrosante aguda, língua negra pilosa, mononeuropatia, nefrite, neurite, nevralgia, osteíte, otite, otite externa, papiledema, paralisia facial, paraplegia, perda de consciência, perturbação de ansiedade, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbações da marcha, piodermite, pitiríase, pitiríase rósea, pneumonia, pneumonia por aspiração, ptose, sangramento gastrointestinal, sífilis, síndrome de Fanconi, síndrome de Reye, transtorno da comunicação, transtorno de conversão, transtorno somatoforme, transtornos do humor, úlcera gástrica e úlcera péptica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.