Eosinofilia
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Que lesão de órgão ustequinumabe pode causar? eosinofilia, pneumonia eosinofílica, síndrome hipereosinofílica, psoríase, gastroenterite, doença inflamatória intestinal, doença de Crohn, exantema medicamentoso, doença autoimune, complicações na gravidez, artropatia, colite, penfigoide bolhoso, pneumonite intersticial, aborto espontâneo, artrite, colite ulcerosa, hidradenitis, hidrosadenite, transtornos linfoproliferativos, colite por inibidor de checkpoint, artrite psoriática, doença óssea, espondiloartropatia, hipersensibilidade de tipo III, pneumonia, vasculite, lesão hepática medicamentosa, alopécia, celulite, doença cerebrovascular, doença genética, granuloma, nefropatia, parto pré-termo, sarcoidose, transtorno respiratório, tumor de pele, hemorragia alveolar difusa, reação sarcoide por fármaco, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca, síndrome nefrótica, trombocitopenia, neuropatia periférica, encefalopatia, dRESS, pneumonia eosinofílica crônica, vasculite ANCA por droga, abscesso amebiano, acidente vascular cerebral, angina, artralgia, bronquite, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, citopenia, dermatite atópica, disfunção erétil, dispneia, distúrbio da Pigmentação, doença da tireoide, doença do legionário, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, edema cerebral, encefalite, encefalite viral, encefalopatia hipertensiva, glomerulonefrite, hepatite B, hepatite Viral, hipertensão intracraniana idiopática, hipopigmentação, infeção sexualmente transmissível, insuficiência respiratória, legionelose, linfoma, linfoma de Hodgkin, meningite, miastenia grave, miopatia, miosite, nefrite, neuropatia óptica, pancreatite, paniculite, papiledema, pneumonia bacteriana, queratose, sacroileíte, sífilis, síndrome coronária aguda, síndrome do desejo sexual hipoativo, síndrome paraneoplásica, tiroidite, tiroidite autoimune, uveíte, vasoespasmo cerebral e vitiligo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Diarreia que vira urgência e sangue em semanas, mais frequente e mais grave com anti-CTLA-4 do que com anti-PD-1. Antidiarreico atrasa o diagnóstico; corticoide precoce e infliximabe no refratário evitam a perfuração.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Granuloma não caseoso com adenomegalia hilar sob interferon, anti-TNF ou inibidor de checkpoint. Capta no PET e é lido como progressão do câncer — a biópsia é o que evita trocar um tratamento que está funcionando.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Infiltrado periférico em "edema pulmonar invertido", com semanas de tosse, febre e perda de peso. Derrete com corticoide e recidiva ao desmamar — e recidiva de novo se o fármaco que a causou voltar sem que ninguém tenha ligado os dois.
Propiltiouracila, hidralazina, minociclina e a cocaína cortada com levamisol. O anti-MPO costuma vir em título alto com anti-PR3 junto, o que quase não acontece na vasculite idiopática; retirar a droga resolve boa parte.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.