Piroxicam

Que lesão de órgão piroxicam pode causar? erupção fixa por droga, exantema medicamentoso, úlcera péptica, úlcera gástrica, fotossensibilidade, sangramento gastrointestinal, lesão hepática medicamentosa, colestase, obstrução intestinal, gastroenterite, colite, nefropatia, eritema, insuficiência renal, perturbação sensorial, lesões orais, lesão renal aguda, anemia, citopenia, estomatite, doença inflamatória intestinal, eritema multiforme, agranulocitose, anemia hemolítica, afta, colite ulcerosa, doença do sistema nervoso central, leucopenia, nefrite, úlcera duodenal, insuficiência hepática aguda, nefrite intersticial aguda, trombocitopenia, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, urticária e angioedema, alopécia, coagulopatia, colestase intra-hepática da gravidez, complicações na gravidez, doença autoimune, doença dos brônquios, gastrite, hipertensão arterial, insuficiência hepática, pancreatite, perturbação visual, pneumonite intersticial, pneumonia eosinofílica, síndrome de extravasamento capilar, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, síndrome nefrótica, anemia aplástica, neuropatia periférica, dRESS, alucinação, anemia hemolítica autoimune, angioedema, aplasia de medula óssea, artropatia, asma, cardiopatia congênita, cirrose biliar primária, cirrose hepática, distúrbio da Pigmentação, doença da córnea, doença do sistema linfático, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva, embolia, enterocolite, eosinofilia, eritrodermia, esofagite, exantema, gastrosquise, glomerulonefrite, hernia umbilical, hipersensibilidade de tipo III, hipersensibilidade respiratória, hipotensão arterial, hipotensão postural, infertilidade, infertilidade feminina, insuficiência renal crônica, líquen plano, melena, necrose avascular, nefropatia membranosa, neoplasia das vias respiratórias, neutropenia, pancitopenia, parestesia, pleurisia, proteinúria, púrpura, síndrome hipereosinofílica, surdez, transtorno auditivo, tumor pulmonar, úlcera, úlcera bucal, vasculite e zumbido.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Erupção fixa por droga

AEstabelecidoCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Relatos no FAERS:
29
ROR:
57,8 (IC 95% 4083,6)
Literatura:
17 de 19 artigos

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
10
ROR:
0 (IC 95% 00,1)
Literatura:
54 de 78 artigos

Fotossensibilidade

BProvávelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
23 de 40 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
18 de 26 artigos

Colestase

BProvávelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
5 de 6 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
5 de 11 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
3 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
3 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
2 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
2 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
2 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Pneumonia eosinofílica

CPossívelRespiratória

Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.

Literatura:
1 artigos

Hipotensão com hemoconcentração e edema pulmonar por fuga de albumina. Volume agrava, e o que salva é suspender a droga — interleucina-2, gencitabina, fator estimulador de colônias.

Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Literatura:
1 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.