Bradicardia
BProvávelCardíacaA mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
- Relatos no FAERS:
- 111
- ROR:
- 1 (IC 95% 0,8–1,2)
- Literatura:
- 7 de 9 artigos
Que lesão de órgão octreotida pode causar? bradicardia, colelitíase, lesão hepática medicamentosa, colecistite, enterite necrotizante, valvopatia, edema pulmonar não cardiogênico, colestase, insuficiência cardíaca, lesão renal aguda, trombocitopenia, convulsão, hipertensão pulmonar, pancreatite, gastroenterite, arritmia cardíaca, doença da vesícula biliar, nefropatia, citopenia, enterocolite, gastrite, insuficiência renal, hipertensão arterial, alopécia, anemia, diabetes mellitus, doença genética, má-absorção intestinal, tumor neuroendócrino, adenocarcinoma, artropatia, bloqueio de ramo, cálculo biliar, carcinoma, catarata, cólica, doença autoimune, insuficiência renal crônica, leucemia linfoide, leucopenia, miopatia, parada cardíaca, síndrome carcinóide, transtornos linfoproliferativos, tumor carcinoide, hemorragia alveolar difusa, cardiomiopatia, prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, síndrome nefrótica, agranulocitose, exantema medicamentoso, acidente vascular cerebral, acromegalia, anafilaxia, artralgia, artrite, artrite reumatoide, ataxia, cálculo renal, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, cardiopatia congênita, cefaleia em salvas, cetoacidose diabética, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, diátese hemorrágica, doença celíaca, doença cerebrovascular, doença da tireoide, doença óssea, edema cerebral, encefalomielite autoimune experimental, epilepsia, eritema, eritema multiforme, flebite, granuloma, hiperoxalúria, hiperpituitarismo, hipoalbuminemia, hipoproteinemia, hipotensão arterial, hipotiroidismo, imunodeficiência, infarto cerebral, insuficiência aórtica, isquémia cerebral, leucemia, linfocitopenia, lipodistrofia, miosite, neutropenia, nevo, oftalmoplegia, paralisia, polimiosite, síndrome de Fanconi, síndrome de Gitelman, síndrome mielodisplásica, taquicardia, taquicardia ventricular, transtorno bipolar, transtornos do humor, trombofilia, tromboflebite, trombose, trombose venosa, tumor cerebral, tumor de pele e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.