Lopinavir

Que lesão de órgão lopinavir pode causar? arritmia cardíaca, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, lipodistrofia, nefropatia, lesão hepática medicamentosa, taquicardia, torsades de pointes, taquicardia ventricular, bradicardia, exantema, síndrome de Fanconi, imunodeficiência, exantema medicamentoso, doença genética, doença óssea, insuficiência renal, alopécia, arteriosclerose, bloqueio de ramo, complicações na gravidez, coronariopatias, infeção sexualmente transmissível, infecção pelo HIV, miopatia, síndrome de Cushing, síndrome inflamatória de reconstituição imune, lesão renal aguda, citopenia, doença da tireoide, hipertensão arterial, insuficiência adrenal, meningite, osteoporose, pancreatite, proteinúria, rabdomiólise, traumatismo craniano, uveíte, edema pulmonar não cardiogênico, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca, bloqueio atrioventricular, colestase, nefrite intersticial aguda, diabetes insipidus nefrogênico, agranulocitose, trombocitopenia, convulsão, dRESS, alucinação, artrite, artropatia, aterosclerose, bócio, cálculo renal, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, diabetes gestacional, diabetes insípida, diabetes mellitus, dispneia, doença arterial coronária, doença autoimune, estado de mal epilético, exoftalmia, glicosúria, gonartrose, hiperparatiroidismo, hipertiroidismo, hipotiroidismo, íleo paralítico, insuficiência renal crônica, lesões orais, leucopenia, macroglossia, metrorragia, necrose avascular, nefrite, neutropenia, obstrução intestinal, osteoartrite, osteomalacia, patologia uterina, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, pseudo-obstrução intestinal, raquitismo, reabsorção óssea, sangramento uterino anormal, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, síndrome do cólon irritável, síndrome do nó sinusal, surdez, tendinopatia, tirotoxicose, transtorno auditivo, transtorno bipolar, transtorno respiratório e transtornos do humor.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
21 de 23 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
18 artigos

Torsades de pointes

BProvávelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
6 de 6 artigos

Bradicardia

BProvávelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
5 de 5 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
7 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
2 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Poliúria hipotônica que não responde à desmopressina. O lítio é o exemplo que se ensina, e o efeito pode persistir depois de anos de uso.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.