Raquitismo
BProvávelMusculoesquelética- Literatura:
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Que lesão de órgão ácido etidrônico pode causar? raquitismo, osteomalacia, úlcera péptica, úlcera gástrica, esofagite, doença óssea, necrose avascular, osteoporose, reabsorção óssea, artropatia, osteólise, nefropatia, gastroenterite, insuficiência renal, lesão renal aguda, artralgia, lesões orais, arritmia cardíaca, artrite, complicações na gravidez, doença periodontal, fibrilação auricular, anquilose, artropatia por deposição de cristais, citopenia, condrocalcinose, doença autoimune, doença da mama, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, esclerite, miastenia grave, miopatia, neoplasia da mama, osteomielite, perturbação sensorial, síndrome paraneoplásica, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, síndrome do desconforto respiratório agudo, asma por aspirina, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, fratura atípica de fêmur, pneumonia em organização, acidente vascular cerebral, ageusia, alucinação, anomalias craniofaciais, asma, bolha, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, cárie dentária, cifose, confusão, disfagia, doença cerebrovascular, doença de refluxo gastroesofágico, doença genética, erro metabólico hereditário, estenose do esófago, fenda labial, fenda palatina, fibrose pulmonar idiopática, flutter atrial, hiperparatiroidismo, hipersensibilidade respiratória, hipofosfatasia, leucopenia, miosite, necrose tubular aguda, osteíte, osteoartrite, pancitopenia, perda auditiva sensorioneural, pneumonia intersticial idiopática, polimiosite, prurido, ptose, rabdomiólise, sangramento gastrointestinal, surdez, transtorno auditivo, transtorno puerperal, transtorno respiratório, transtornos do humor, úlcera bucal, úlcera duodenal e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Traço transverso na cortical lateral, sem trauma e com dor na coxa por semanas antes de quebrar. Risco raro e que cresce com o tempo de bisfosfonato — é o argumento da pausa terapêutica, e a dor prodrômica pede radiografia dos dois lados.
Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.