Ácido 2,4-diclorofenoxiacético

Que lesão de órgão ácido 2,4-diclorofenoxiacético pode causar? transtornos linfoproliferativos, linfoma, sarcoma, linfoma não Hodgkin, neoplasia da próstata, lesão hepática medicamentosa, acne, doença das glândulas sebáceas, aborto espontâneo, diátese hemorrágica, mieloma múltiplo, neuropatia periférica, nefropatia, tumor de pele, complicações na gravidez, neoplasia das vias respiratórias, infertilidade, linfoma de Hodgkin, miotonia, tumor pulmonar, carcinoma, diabetes mellitus, leucemia, adenoma, anemia, ataxia, coma, coronariopatias, doença do neurônio motor, doença genética, doença óssea, esclerose lateral amiotrófica, hepatomegalia, hipertensão arterial, infertilidade masculina, lesões orais, leucemia linfoide, linfoma cutâneo de células T, mielopatia, perda de consciência, perda do embrião, perturbação cognitiva, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, dano alveolar difuso, esteatose hepática, lesão renal aguda, anemia aplástica, anemia hemolítica, adenocarcinoma, anomalias craniofaciais, anovulação, aplasia de medula óssea, arritmia cardíaca, arteriosclerose, carcinogênese, carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular, crescimento intra uterino restrito, diabetes mellitus tipo 2, diplopia, disfunção testicular, displasia, distúrbio da diferenciação sexual, distúrbios do sistema vestibular, doença arterial coronária, doença cerebrovascular, doença da bexiga, doença desmielinizante, doença do pé, doença dos ovários, doença hepática gordurosa não alcoólica, eczema, erro metabólico hereditário, hemoptise, hidrocefalia, hipersensibilidade respiratória, infertilidade feminina, insuficiência renal, irite, leucemia linfoide crônica, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, leucemias de células B, lipossarcoma, micose fungoide, microcefalia, miopatia, nanismo, neoplasia da bexiga, neoplasia do nariz, neoplasia trofoblástica, neurastenia, neurose de guerra, patologia uterina, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, perturbações da marcha, proteinúria, radiculopatia, retardo mental, sangramento gastrointestinal, tirosinemia, transtorno do processamento auditivo central, transtorno somatoforme, tumor cerebral, tumor de glândula salivar, tumor do pâncreas, tumor ósseo, uveíte e vertigem.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
12 de 12 artigos

Neuropatia periférica

BProvávelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
5 de 8 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Dano alveolar difuso

CPossívelRespiratória

O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.

Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.