Ganciclovir

Que lesão de órgão ganciclovir pode causar? agranulocitose, lesão hepática medicamentosa, citopenia, leucopenia, neutropenia, infertilidade, cistite hemorrágica, diabetes insipidus nefrogênico, anemia aplástica, trombocitopenia, gastroenterite, nefropatia, retinopatia, colite, exantema medicamentoso, perturbação sensorial, anemia, exantema, insuficiência renal, hemorragia alveolar difusa, lesão renal aguda, convulsão, retinite, uveíte, dRESS, colite por inibidor de checkpoint, arritmia cardíaca, descolamento de retina, doença autoimune, doença dos ovários, imunodeficiência, surdez, transtorno auditivo, tumor do ovário, adenocarcinoma, ataxia, carcinoma, complicações na gravidez, doença genética, enterocolite, gastrite, hemorragia intraocular, pancitopenia, ptose, transtornos linfoproliferativos, insuficiência hepática aguda, nefrite intersticial aguda, anemia hemolítica, neuropatia periférica, alucinação, aplasia de medula óssea, artrite, artrite reumatoide, artropatia, bloqueio de ramo, cegueira, confusão, diabetes insípida, diabetes mellitus, diplopia, dispneia, dissonia, distúrbio da Pigmentação, doença cerebrovascular, doença da bexiga, doença da córnea, doença pulmonar, encefalomielite autoimune experimental, erro metabólico hereditário, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hepatocarcinoma, hepatomegalia, hidrocefalia, hipertensão arterial, hipopigmentação, infertilidade masculina, insônia, insuficiência adrenal, insuficiência hepática, lipidose, malformações cefálicas congênitas, miopatia, nefrite, neoplasia da bexiga, nictalopia, oftalmoplegia, parada cardíaca, paralisia, parestesia, parto pré-termo, perda auditiva sensorioneural, perda de consciência, perturbação do neurodesenvolvimento, poliglobulia, poliúria, síncope, síndrome hemolítica-urémica, taquicardia, transtorno respiratório, uremia e vitiligo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
129
ROR:
1,2 (IC 95% 11,4)
Literatura:
79 de 115 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
26
ROR:
0,6 (IC 95% 0,40,8)
Literatura:
11 artigos

Cistite hemorrágica

CPossívelUrogenital

Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.

Relatos no FAERS:
116
ROR:
283,9 (IC 95% 233,4345,3)
Literatura:
6 artigos

Poliúria hipotônica que não responde à desmopressina. O lítio é o exemplo que se ensina, e o efeito pode persistir depois de anos de uso.

Relatos no FAERS:
53
ROR:
22 (IC 95% 16,828,8)
Literatura:
1 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Relatos no FAERS:
93
ROR:
2,2 (IC 95% 1,82,7)
Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
112
ROR:
0,9 (IC 95% 0,81,1)
Literatura:
20 de 59 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
7 artigos

Hemorragia alveolar difusa

CPossívelRespiratória

Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.

Literatura:
4 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
4 de 17 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
4 de 15 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Literatura:
3 artigos

Diarreia que vira urgência e sangue em semanas, mais frequente e mais grave com anti-CTLA-4 do que com anti-PD-1. Antidiarreico atrasa o diagnóstico; corticoide precoce e infliximabe no refratário evitam a perfuração.

Literatura:
3 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.