Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
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- 29 artigos
Que lesão de órgão oxitetraciclina pode causar? exantema medicamentoso, lesão hepática medicamentosa, fotossensibilidade, nefropatia, lesão renal aguda, complicações na gravidez, insuficiência renal, erupção fixa por droga, citopenia, gastroenterite, anemia, doença pulmonar, esteatose hepática, trombocitopenia, anafilaxia, arritmia cardíaca, coma, eritema, hipertensão intracraniana idiopática, perda de consciência, colestase, agranulocitose, anemia aplástica, anemia hemolítica, aborto espontâneo, aplasia de medula óssea, artropatia, cárie dentária, coagulopatia, colite, diátese hemorrágica, doença do enxerto contra hospedeiro, doença genética, doença óssea, hemangioma, infertilidade, lesões orais, leucopenia, nefrite, púrpura, taquicardia, infarto do miocárdio, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, urticária e angioedema, acidose tubular renal, acne, adenocarcinoma, adenoma, anemia hemolítica autoimune, anomalias craniofaciais, arteriosclerose, artrite, aterosclerose, bloqueio de ramo, carcinoma, cólica, colite pseudomembranosa, dispneia, distúrbio da fala, doença autoimune, doença das glândulas sebáceas, doença endócrina, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença inflamatória intestinal, eczema, enterocolite, eritema multiforme, esofagite, estenose do esófago, estomatite, exantema, febre reumática, fenda labial, fenda palatina, glicosúria, granuloma, hemangioendotelioma kaposiforme, hepatocarcinoma, infertilidade masculina, leucocitose, linfocitose, neuropatia óptica, papiledema, paralisia, parestesia, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, prurido, retardo mental, sangramento gastrointestinal, síndrome de Fanconi, sinovite, transtorno alimentar, transtorno da comunicação, transtorno respiratório, transtornos linfoproliferativos, trauma facial, traumatismo craniano, úlcera gástrica, úlcera péptica, uremia e vaginite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.