Anemia hemolítica
BProvávelHematológicaAutoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
- Relatos no FAERS:
- 15
- ROR:
- 0,6 (IC 95% 0,4–1)
- Literatura:
- 6 de 9 artigos
Que lesão de órgão cefalexina pode causar? anemia hemolítica, exantema medicamentoso, lesão renal aguda, doença do soro, eritema, anafilaxia, anemia, citopenia, enterocolite, necrose tubular aguda, pustulose exantemática aguda generalizada, dRESS, nefrite intersticial aguda, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, urticária e angioedema, lesão hepática medicamentosa, nefropatia, insuficiência renal, gastroenterite, doença autoimune, eritema multiforme, colestase, colite pseudomembranosa, estomatite, exantema, lesões orais, nefrite, trombocitopenia, coagulopatia, colite, eosinofilia, pênfigo, broncoespasmo, cardiomiopatia, miocardite, agranulocitose, convulsão, miocardite eosinofílica, erupção fixa por droga, doença dos brônquios, hematúria, leucopenia, pancreatite, penfigoide bolhoso, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, trombofilia, vaginite, afta, anemia hemolítica autoimune, apneia, artrite, artropatia, cistite, colestase intra-hepática da gravidez, complicações na gravidez, confusão, delirium, distonia, distúrbios do sistema vestibular, doença da bexiga, doença da córnea, doença genética, doença óssea, doença vulvar, esofagite, glicosúria, glomerulonefrite, granuloma, hipotensão arterial, insuficiência renal crônica, má-absorção intestinal, miopatia, necrose avascular, necrose das papilas renais, osteosclerose, paralisia periódica hipocalémica, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, proteinúria, prurido, transtorno alimentar, transtorno bipolar, transtorno respiratório, transtornos do humor, transtornos linfoproliferativos, vaginite por candidíase, vertigem e vulvite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Centenas de pústulas estéreis sobre pele vermelha, em dois a três dias. Confunde-se com psoríase pustulosa e com infecção — e a cultura vem negativa.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Reação de hipersensibilidade no miocárdio, com eosinofilia no sangue em boa parte dos casos e sem relação com a dose. Clozapina é a causa clássica na primeira semana; antibiótico e anticonvulsivante entram pelo mesmo caminho do DRESS.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.