Ocratoxinas

Que lesão de órgão ocratoxinas pode causar? nefropatia, tumor renal, lesão hepática medicamentosa, adenoma, disfunção testicular, nefrite, nefrite intersticial aguda, nefropatia endêmica dos Balcãs, carcinoma, insuficiência renal, adenocarcinoma, complicações na gravidez, carcinogênese, lesão renal aguda, displasia, gastroenterite, hepatocarcinoma, insuficiência renal crônica, esteatose hepática, carcinoma de células renais, coagulopatia, doença da bexiga, enterite, neoplasia da bexiga, proteinúria, reabsorção fetal, tumor de pele, anomalias craniofaciais, citopenia, condição pré-maligna, doença cerebrovascular, doença óssea, fibrossarcoma, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hidrocefalia, leucopenia, neoplasia das vias respiratórias, sarcoma, aborto espontâneo, anemia, autismo, cirrose hepática, coagulação intravascular disseminada, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 2, diátese hemorrágica, doença da vesícula biliar, doença genética, doença hepática gordurosa não alcoólica, encefalite, encefalomielite, erro metabólico hereditário, espectro autista, glicogenose, glomeruloesclerose segmentar e focal, glomerulonefrite, hamartoma, hidronefrose, imunodeficiência, infertilidade, infertilidade feminina, infertilidade masculina, intussuscepção, lesão pulmonar, leucemia, microcefalia, miopatia, necrose das papilas renais, necrose tubular aguda, neoplasia da próstata, neoplasia do nariz, obstrução intestinal, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, perturbação visual, psoríase, sangramento gastrointestinal, síndrome da fadiga crônica, transtorno global do desenvolvimento, trombofilia, tumor ósseo, tumor pulmonar e uremia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
21 de 24 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
26 de 72 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
4 de 6 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
3 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.