Aflatoxinas

Que lesão de órgão aflatoxinas pode causar? lesão hepática medicamentosa, carcinoma, adenocarcinoma, hepatocarcinoma, condição pré-maligna, nefropatia, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, adenoma, esteatose hepática, carcinogênese, complicações na gravidez, anemia, cirrose hepática, síndrome de Reye, tumor renal, coagulopatia, displasia, doença óssea, leucemia, sarcoma, tumor de pele, gastroenterite, lesões orais, anemia aplástica, aplasia de medula óssea, disfunção testicular, doença da vesícula biliar, hepatomegalia, malformações cefálicas congênitas, papiloma, transtornos linfoproliferativos, tumor ósseo, acalasia, adenoma hepático, carcinoma de células renais, carcinoma espinocelular, cisto, cistoadenocarcinoma, citopenia, colangiocarcinoma, crescimento intra uterino restrito, disfagia, doença celíaca, doença da bexiga, doença genética, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença ocular, encefalomielite, enterite, fibrose cística, fibrossarcoma, gastrite, granuloma, hemangioendotelioma kaposiforme, hemangioma, hepatite B, hepatite Viral, icterícia neonatal, imunodeficiência, infertilidade, infertilidade masculina, leucopenia, linfoma, má-absorção intestinal, miopatia, neoplasia da bexiga, osteossarcoma, patologia uterina, pneumonia, reabsorção fetal, síndrome da fadiga crônica, telangiectasia, transtorno alimentar, tumor cerebral, tumor odontogênico e úlcera.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
96 de 154 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
9 de 64 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
2 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.