Meta-hemoglobinemia
BProvávelHematológicaCianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
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Que lesão de órgão nitrobenzenos pode causar? meta-hemoglobinemia, fotossensibilidade, anemia, complicações na gravidez, nefropatia, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, adenocarcinoma, adenoma, carcinogênese, carcinoma, displasia, distonia, eritema, infertilidade, tumor renal, úlcera péptica, lesão hepática medicamentosa, anemia hemolítica, convulsão, dermatite atópica, doença genética, gastroenterite, infertilidade masculina, leucemia linfoide, pleurisia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, edema pulmonar não cardiogênico, bradicardia, colestase, acne, anomalias craniofaciais, arritmia cardíaca, arteriosclerose, ataxia, aterosclerose, bolha, coagulopatia, colite, colite ulcerosa, coma, condição pré-maligna, crescimento intra uterino restrito, disfunção testicular, doença celíaca, doença da bexiga, doença da córnea, doença da tireoide, doença das glândulas sebáceas, doença desmielinizante, doença do baço, doença inflamatória intestinal, eczema, enterite, epilepsia, fenda palatina, fibroma, hepatocarcinoma, hipercinesia, hipotensão arterial, imunodeficiência, lesões orais, leucemia, má-absorção intestinal, neoplasia da bexiga, parada cardíaca, perda de consciência, pneumonia, prurido, reabsorção fetal, sarcoma, tetania, transtornos linfoproliferativos, úlcera duodenal e úlcera gástrica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.