Lesões orais
BProvávelBucal e dentária- Literatura:
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Que lesão de órgão misoprostol pode causar? lesões orais, síndrome de Moebius, anafilaxia, paralisia, miopatia, paralisia facial, taquicardia, complicações na gravidez, patologia uterina, rotura do útero, sangramento uterino anormal, úlcera péptica, úlcera gástrica, transtorno puerperal, úlcera duodenal, sangramento gastrointestinal, hemorragia pós-parto, aborto espontâneo, arritmia cardíaca, nefropatia, perturbação sensorial, cãibra, cólica, coronariopatias, crescimento intra uterino restrito, doença cerebrovascular, gastroenterite, perturbação do neurodesenvolvimento, vasoespasmo coronariano, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, exantema medicamentoso, acidente vascular cerebral, anemia, artropatia, autismo, doença óssea, espectro autista, hipertensão arterial, hipóxia cerebral, infertilidade, insuficiência renal, isquémia cerebral, parada cardíaca, sindactilia, síndrome de Poland, transtorno global do desenvolvimento, pneumonite intersticial, síndrome nefrótica, anemia hemolítica, adenocarcinoma, agenesia de corpo caloso, angina, anomalias craniofaciais, asma, carcinoma, choreia, citopenia, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, colite, colite pseudomembranosa, corioamnionite, diátese hemorrágica, doença cromossómica, doença dos brônquios, doença genética, doença pulmonar obstrutiva, enterocolite, eritema, eritema multiforme, faringite, gastrite, hematometra, hernia umbilical, hidrocefalia, hiperalgesia, hipersensibilidade respiratória, hipotonia, holoprosencefalia, imunodeficiência, incontinência de esforço, incontinência urinária, infarto cerebral, infertilidade feminina, leucopenia, linfocitopenia, malformação adenomatoide cística congênita do pulmão, malformação do aparelho respiratório, paralisia cerebral, pé torto, perturbação cognitiva, polidactilia, priapismo, retardo mental, retinopatia, ruptura prematura de membranas, síndrome coronária aguda, sofrimento fetal, traumatismo craniano, trombofilia, tumor carcinoide, tumor neuroendócrino e úlcera bucal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.