Icterícia neonatal
BProvávelCongênita e neonatal- Literatura:
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Que lesão de órgão ocitocina pode causar? icterícia neonatal, anafilaxia, edema pulmonar não cardiogênico, complicações na gravidez, transtorno puerperal, patologia uterina, rotura do útero, sangramento uterino anormal, hemorragia pós-parto, arritmia cardíaca, perturbação do neurodesenvolvimento, hipotensão arterial, espectro autista, hipertensão arterial, transtorno global do desenvolvimento, convulsão, bradicardia, coagulopatia, sofrimento fetal, transtorno respiratório, autismo, distócia, epilepsia, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, doença dos brônquios, taquicardia, broncoespasmo, infarto do miocárdio, anemia, anoxia perinatal, coagulação intravascular disseminada, coma, diátese hemorrágica, doença cerebrovascular, doença gastrointestinal, edema cerebral, espasmo, insuficiência respiratória, miopatia, perda de consciência, perturbação cognitiva, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, perturbação sensorial, retinopatia, taquicardia ventricular, transtorno da comunicação, transtornos do humor, trombofilia, síndrome do desconforto respiratório agudo, torsades de pointes, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, acidente vascular cerebral, angioedema, apneia, asma, cãibra, cólica, coronariopatias, crescimento intra uterino restrito, demência, depressão pós-parto, descolamento de retina, descolamento prematuro da placenta, diplopia, dispneia, distúrbios do assoalho pélvico, doença autoimune, doença da laringe, doença da mama, doença de Alzheimer, doença desmielinizante, doença pulmonar obstrutiva, embolia, embolia amniótica, eritroblastose fetal, fibrilação auricular, fibrilhação ventricular, flebite, ginecomastia, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, hipersensibilidade respiratória, hipertonia, hipóxia cerebral, infecção puerperal, leucomalácia periventricular, miotonia, nefropatia, parada cardíaca, placenta retida, polineuropatia, prurido, querníctero, retardo mental, síndrome coronária aguda, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, taupatia, tendinopatia, tenossinovite, transtorno bipolar, úlcera, vasculite e vasoespasmo coronariano.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.