Fenfluramina

Que lesão de órgão fenfluramina pode causar? valvopatia, hipertensão pulmonar, hipertensão arterial, regurgitação mitral, insuficiência aórtica, valvulopatia por droga, arritmia cardíaca, cardiomiopatia, doença ocular, insuficiência Tricúspide, taquicardia, insuficiência hepática aguda, insuficiência hepática, convulsão, hipertensão arterial pulmonar por droga, lesão hepática medicamentosa, transtornos do humor, transtorno bipolar, doença da tireoide, nefropatia, transtorno respiratório, alucinação, distúrbios do sistema vestibular, hipotensão arterial, lesões orais, miopatia, parada cardíaca, perda de consciência, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, transtorno alimentar, vertigem, xerostomia, insuficiência cardíaca, anemia hemolítica, anemia, anorexia nervosa, cardiopatia congênita, coagulopatia, coma, complicações na gravidez, dissonia, doença cerebrovascular, epilepsia, estenose aórtica, estenose mitral, hipertiroidismo, insônia, insuficiência respiratória, perturbação de ansiedade, transtorno do espectro esquizofrênico, pneumonite intersticial, edema pulmonar não cardiogênico, infarto do miocárdio, bradicardia, síndrome neuroléptica maligna, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, aborto espontâneo, acidente isquémico transitório, anafilaxia, angina, bruxismo, cardiomiopatia restritiva, cardite reumática, colite, colite isquêmica, condição pré-maligna, confusão, delirium, depressão nervosa, diabetes mellitus, diplopia, disfunção testicular, disfunção ventricular esquerda, dispneia, doença genética, encoprese, endocardite, enxaqueca, eosinofilia, erro metabólico hereditário, esquizofrenia, febre reumática, fobia, gastroenterite, glaucoma, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, hipertensão ocular, hipotiroidismo, insuficiência pulmonar, isquémia cerebral, letargia, lipidose, oftalmoplegia, pancreatite, paralisia, paranoia, poliúria, prolapso de valva mitral, retinopatia, síncope, síndrome da eosinofilia-mialgia, transtorno de pânico, tremor e trombose.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Valvopatia

AEstabelecidoCardíaca

Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.

Relatos no FAERS:
387
ROR:
112,7 (IC 95% 101,5125,2)
Literatura:
193 de 215 artigos

Hipertensão pulmonar

AEstabelecidoRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Relatos no FAERS:
55
ROR:
6,9 (IC 95% 5,39,1)
Literatura:
106 de 127 artigos

Valvulopatia por droga

BProvávelCardíaca

Espessamento fibrótico das valvas, com regurgitação que progride em silêncio: agonista dopaminérgico ergolínico e anorexígeno agem no receptor 5-HT2B do mesmo jeito que a carcinoide. Sopro novo em quem usa cabergolina pede ecocardiograma, não seguimento.

Literatura:
15 de 16 artigos

Cardiomiopatia

BProvávelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
5 de 6 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
4 de 4 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Relatos no FAERS:
2.286
ROR:
93,3 (IC 95% 88,198,8)
Literatura:
6 de 70 artigos

Grupo próprio na classificação porque a história muda o prognóstico: anorexígeno e dasatinibe podem regredir ao suspender, e por isso a pergunta sobre o fármaco vem antes de tratar como idiopática.

Relatos no FAERS:
27
ROR:
8,4 (IC 95% 5,712,2)
Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
8 de 9 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
2 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Síndrome neuroléptica maligna

CPossívelNeurológica

Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.

Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.