Fentermina

Que lesão de órgão fentermina pode causar? valvopatia, hipertensão arterial, hipertensão pulmonar, regurgitação mitral, insuficiência aórtica, arritmia cardíaca, transtorno bipolar, doença cerebrovascular, hemorragia intracraniana, nefropatia, transtornos do humor, cardiomiopatia, infarto do miocárdio, colite, colite isquêmica, encefalite, gastroenterite, hemorragia subaracnóide, taquicardia, nefrite intersticial aguda, coronariopatias, disfunção ventricular esquerda, dissonia, fibrilação auricular, hipotensão arterial, insônia, insuficiência Tricúspide, nefrite, parada cardíaca, transtorno do espectro esquizofrênico, vasoespasmo coronariano, insuficiência cardíaca, bradicardia, lesão renal aguda, síndrome serotoninérgica, discinesia tardia, valvulopatia por droga, dermatite por recall de radiação, aborto espontâneo, acidente vascular cerebral, aneurisma, coagulopatia, complicações na gravidez, confusão, delirium, diabetes mellitus, doença de Raynaud, doença do mediastino, doença torácica, esclerose sistêmica, espasmo, esquizofrenia, fibrilhação ventricular, hemorragia intracerebral, insuficiência pulmonar, insuficiência renal, isquémia cerebral, mielopatia, miocardiopatia de takotsubo, miopatia, neuropatia óptica, pancreatite, paranoia, perturbação cognitiva, pneumomediastino, prolapso de valva mitral, síndrome de taquicardia postural ortostática, taquicardia supraventricular, taquicardia ventricular e trombose.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Valvopatia

BProvávelCardíaca

Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.

Literatura:
106 de 119 artigos

Hipertensão pulmonar

BProvávelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Literatura:
38 de 51 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
3 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
3 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
2 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Síndrome serotoninérgica

CPossívelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Literatura:
1 artigos

Discinesia tardia

CPossívelNeurológica

Movimentos orofaciais depois de meses a anos de bloqueio dopaminérgico. Pode ser permanente, e aumentar a dose mascara antes de piorar.

Literatura:
1 artigos

Valvulopatia por droga

CPossívelCardíaca

Espessamento fibrótico das valvas, com regurgitação que progride em silêncio: agonista dopaminérgico ergolínico e anorexígeno agem no receptor 5-HT2B do mesmo jeito que a carcinoide. Sopro novo em quem usa cabergolina pede ecocardiograma, não seguimento.

Literatura:
1 artigos

Eritema que reacende exatamente no campo irradiado meses antes, horas a dias depois de uma dose de quimioterapia. O limite geométrico na pele é o que dá o diagnóstico e afasta infecção.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.