Norepinefrina

Que lesão de órgão norepinefrina pode causar? cardiomiopatia, lesão renal aguda, arritmia cardíaca, hipertensão arterial, hipotensão arterial, nefropatia, cardiomegalia, disfunção ventricular esquerda, taquicardia, insuficiência renal, bradicardia, convulsão, edema pulmonar não cardiogênico, infarto do miocárdio, miocardiopatia de takotsubo, úlcera gástrica, úlcera péptica, lesão hepática medicamentosa, catalepsia patológica, doença cerebrovascular, sangramento gastrointestinal, hipertensão pulmonar, insuficiência cardíaca, choque cardiogênico, doença do pé, fibrilhação ventricular, hemorragia intracraniana, parada cardíaca, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, cegueira, distonia, fibrilação auricular, hipertrofia ventricular esquerda, nevralgia, perda de consciência, perturbação sensorial, síncope, úlcera, broncoespasmo, síndrome do desconforto respiratório agudo, miocardite, esteatose hepática, urticária e angioedema, alucinação, anafilaxia, aneurisma, aneurisma cardíaco, bolha, cardiomiopatia dilatada, cardiopatia congênita, ceratite, cirrose hepática, coagulopatia, complicações na gravidez, comunicação interventricular, coronariopatias, doença da córnea, doença da tireoide, doença do baço, doença dos brônquios, doença genética, enterite, escara, espasmo, esquizofrenia, exoftalmia, gastroenterite, hemorragia intracerebral, hemorragia subaracnóide, hidrotórax, hiperemia, hipertensão arterial pulmonar, hipertiroidismo, infeção ocular, isquémia cerebral, leiomioma, mielopatia, necrose tubular aguda, oligúria, patologia uterina, persistência do canal arterial, proteinúria, ptose, taquicardia sinusal, taquicardia supraventricular, taquicardia ventricular, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno respiratório, trombose, úlcera de córnea e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Relatos no FAERS:
81
ROR:
2,9 (IC 95% 2,43,7)
Literatura:
20 de 579 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
77
ROR:
0,3 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
10 de 201 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Relatos no FAERS:
6
Literatura:
9 de 159 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
7 de 469 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
6 de 985 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
4 de 28 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Literatura:
3 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
3 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
1 artigos

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.