Ondansetrona

Que lesão de órgão ondansetrona pode causar? torsades de pointes, prolongamento do intervalo QT, lesão renal aguda, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, taquicardia, anafilaxia, taquicardia ventricular, distonia, lesões orais, fenda labial, síndrome serotoninérgica, trombocitopenia, erupção fixa por droga, nefrite intersticial aguda, encefalopatia, bradicardia, convulsão, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, insuficiência cardíaca, complicações na gravidez, nefropatia, anomalias craniofaciais, fenda palatina, insuficiência renal, enxaqueca, hipotensão arterial, perturbação sensorial, prurido, lesão hepática medicamentosa, aborto espontâneo, citopenia, fibrilação auricular, obstrução intestinal, parada cardíaca, transtornos do humor, angina, cegueira, coronariopatias, doença cerebrovascular, epilepsia, gastroenterite, hipospádia, mioclonia, pancreatite, priapismo, trombose, vasoespasmo coronariano, ataxia, bloqueio de ramo, confusão, dissonia, distúrbio da Pigmentação, encefalopatia hipertensiva, enjoo matinal, espasmo, estrabismo, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hiperalgesia, hiperémese gravídica, hiperpigmentação, hipertonia, hiperventilação, infeção do trato urinário, insônia, insuficiência renal crônica, malformações cefálicas congênitas, miopatia, nefrite, parto pré-termo, perda de consciência, perturbação do neurodesenvolvimento, pitiríase, pitiríase rósea, rigidez Muscular, síndrome coronária aguda, transtorno respiratório, tremor, úlcera gástrica, úlcera péptica e vasoespasmo cerebral.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Torsades de pointes

AEstabelecidoCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Relatos no FAERS:
1.330
ROR:
35,3 (IC 95% 33,337,5)
Literatura:
10 de 13 artigos

Prolongamento do intervalo QT

AEstabelecidoCardíaca

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Relatos no FAERS:
3.988
ROR:
20,4 (IC 95% 19,821,1)
Literatura:
27 de 38 artigos

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
13.161
ROR:
6,1 (IC 95% 66,2)
Literatura:
4 de 5 artigos

Síndrome serotoninérgica

CPossívelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Relatos no FAERS:
2.813
ROR:
30,2 (IC 95% 2931,5)
Literatura:
3 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
13.081
ROR:
11,6 (IC 95% 11,311,8)
Literatura:
3 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Relatos no FAERS:
99
ROR:
10,6 (IC 95% 8,713)
Literatura:
2 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Relatos no FAERS:
1.107
ROR:
10 (IC 95% 9,410,6)
Literatura:
1 artigos

Encefalopatia

CPossívelNeurológica

A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.

Relatos no FAERS:
3.515
ROR:
2,7 (IC 95% 2,62,8)
Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Relatos no FAERS:
901
ROR:
2,1 (IC 95% 22,3)
Literatura:
3 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Relatos no FAERS:
1.630
ROR:
1,3 (IC 95% 1,21,4)
Literatura:
5 de 14 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
1.333
ROR:
0,3 (IC 95% 0,30,3)
Literatura:
3 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Relatos no FAERS:
444
ROR:
0,3 (IC 95% 0,30,3)
Literatura:
2 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Relatos no FAERS:
96
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,1)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
3 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.