Torsades de pointes
AEstabelecidoCardíacaTaquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
- Relatos no FAERS:
- 1.330
- ROR:
- 35,3 (IC 95% 33,3–37,5)
- Literatura:
- 10 de 13 artigos
Que lesão de órgão ondansetrona pode causar? torsades de pointes, prolongamento do intervalo QT, lesão renal aguda, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, taquicardia, anafilaxia, taquicardia ventricular, distonia, lesões orais, fenda labial, síndrome serotoninérgica, trombocitopenia, erupção fixa por droga, nefrite intersticial aguda, encefalopatia, bradicardia, convulsão, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, insuficiência cardíaca, complicações na gravidez, nefropatia, anomalias craniofaciais, fenda palatina, insuficiência renal, enxaqueca, hipotensão arterial, perturbação sensorial, prurido, lesão hepática medicamentosa, aborto espontâneo, citopenia, fibrilação auricular, obstrução intestinal, parada cardíaca, transtornos do humor, angina, cegueira, coronariopatias, doença cerebrovascular, epilepsia, gastroenterite, hipospádia, mioclonia, pancreatite, priapismo, trombose, vasoespasmo coronariano, ataxia, bloqueio de ramo, confusão, dissonia, distúrbio da Pigmentação, encefalopatia hipertensiva, enjoo matinal, espasmo, estrabismo, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hiperalgesia, hiperémese gravídica, hiperpigmentação, hipertonia, hiperventilação, infeção do trato urinário, insônia, insuficiência renal crônica, malformações cefálicas congênitas, miopatia, nefrite, parto pré-termo, perda de consciência, perturbação do neurodesenvolvimento, pitiríase, pitiríase rósea, rigidez Muscular, síndrome coronária aguda, transtorno respiratório, tremor, úlcera gástrica, úlcera péptica e vasoespasmo cerebral.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.