Nefropatia
BProvávelRenal- Literatura:
- 27 de 43 artigos
Que lesão de órgão emtricitabine pode causar? nefropatia, insuficiência renal, doença óssea, síndrome inflamatória de reconstituição imune, osteoporose, lesão hepática medicamentosa, imunodeficiência, lesão renal aguda, complicações na gravidez, dissonia, doença genética, infeção sexualmente transmissível, infecção pelo HIV, insônia, miopatia, pancreatite, rabdomiólise, síndrome de Fanconi, exantema medicamentoso, arritmia cardíaca, citopenia, coagulopatia, distúrbio da Pigmentação, doença autoimune, hipertensão arterial, lipodistrofia, perturbação do neurodesenvolvimento, proteinúria, pneumonite intersticial, sarcoidose pulmonar induzida, insuficiência cardíaca, prolongamento do intervalo QT, infarto do miocárdio, bradicardia, esteatose hepática, anemia aplástica, trombocitopenia, acidente vascular cerebral, alopécia, anemia, aplasia de medula óssea, artralgia, artropatia, bócio, cardiomegalia, cardiopatia congênita, cefaleia em salvas, colite, crescimento intra uterino restrito, demência, demência na doença pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), diátese hemorrágica, doença cerebrovascular, doença da mama, doença da tireoide, doença do neurônio motor, doença hepática gordurosa não alcoólica, exantema, exoftalmia, gastroenterite, ginecomastia, glicosúria, hidradenitis, hiperpigmentação, hipertiroidismo, hipertrofia ventricular esquerda, infarto cerebral, insuficiência renal crônica, isquémia cerebral, lentigem, lesões orais, melanose, mielopatia, necrose avascular, neoplasia, osteomalacia, osteopetrose, osteosclerose, pancitopenia, parto pré-termo, perda de consciência, perturbação de ansiedade, perturbação sensorial, púrpura, púrpura trombocitopênica idiopática, raquitismo, retinopatia, sarcoidose, síncope, síndrome do cólon irritável, tiroidite, tiroidite autoimune, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno respiratório e transtornos linfoproliferativos.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Granuloma não caseoso com adenopatia hilar que abre depois de interferon, anti-TNF ou inibidor de checkpoint. Regride com a retirada, o que a sarcoidose de verdade não faz.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.