Prometazina

Que lesão de órgão prometazina pode causar? exantema medicamentoso, distonia, arritmia cardíaca, transtorno respiratório, síndrome neuroléptica maligna, lesão hepática medicamentosa, fotossensibilidade, alucinação, apneia, confusão, delirium, hipotensão arterial, miopatia, taquicardia, complicações na gravidez, dissonia, convulsão, cardiopatia congênita, coma, eritema, hipersonia, lesões orais, perda de consciência, rabdomiólise, taquicardia ventricular, prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, bradicardia, lesão renal aguda, agranulocitose, parkinsonismo, urticária e angioedema, erupção fixa por droga, anafilaxia, citopenia, disfagia, doença de refluxo gastroesofágico, doença genética, eczema, encefalite, eritema multiforme, glaucoma, hipertensão ocular, insuficiência renal, insuficiência respiratória, leucopenia, nefropatia, prurido, tremor, vasculite, edema pulmonar não cardiogênico, infarto do miocárdio, insuficiência hepática aguda, nefrite intersticial aguda, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, ametropia, anomalias craniofaciais, apneia de sono, arterite, ataxia, catarata, celulite, coagulopatia, doença autoimune, epilepsia, eritroblastose fetal, erro metabólico hereditário, esofagite, estomatite, fenda labial, fenda palatina, fibrilação auricular, flebite, gastroenterite, hipertensão arterial, insuficiência hepática, leucocitose, lipidose, lúpus eritematoso sistêmico, mioclonia, miopia, narcolepsia, nefrite, parada cardíaca, paresia, perturbação cognitiva, perturbação do neurodesenvolvimento, pneumonia, pneumonia por aspiração, púrpura, síndrome de Tourette, taquicardia supraventricular, transtorno alimentar, transtorno de tique, tromboflebite, trombose, trombose venosa, úlcera, úlcera gástrica, úlcera péptica e xerostomia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
13 de 31 artigos

Síndrome neuroléptica maligna

CPossívelNeurológica

Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.

Relatos no FAERS:
4
Literatura:
8 de 8 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
6 de 28 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
6 de 27 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
3 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
2 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
2 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
2 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
2 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
2 artigos

Parkinsonismo

CPossívelNeurológica

Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.

Literatura:
2 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
2 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
2 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.