Que lesão de órgão linezolida pode causar? síndrome serotoninérgica, trombocitopenia, prolongamento do intervalo QT, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, citopenia, anemia, neuropatia óptica, lesões orais, perturbação sensorial, pancitopenia, língua negra pilosa, anemia sideroblástica, síndrome mielodisplásica, arritmia cardíaca, eosinofilia, rabdomiólise, neuropatia óptica tóxica, pneumonia eosinofílica, anemia aplástica, dRESS, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, lesão renal aguda, encefalopatia, anemia hemolítica, agranulocitose, insuficiência cardíaca, convulsão, nefropatia, insuficiência renal, leucopenia, neutropenia, miopatia, cardiopatia congênita, alucinação, encefalopatia hipertensiva, exantema, nefrite, neurite óptica, retinopatia, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, edema pulmonar não cardiogênico, bradicardia, aplasia de medula óssea, cegueira, coagulopatia, confusão, daltonismo, estado de mal epilético, gastroenterite, hipertensão arterial, insuficiência hepática, pancreatite, polineuropatia, prurido, púrpura, surdez, transtorno auditivo, urticária e angioedema, angioedema, ataxia, baixa visão, catarata, cirrose hepática, cisto, delirium, diabetes mellitus, disartria, distúrbio da fala, doença autoimune, doença genética, doença óssea, encefalopatia hepática, enterocolite, epilepsia, epilepsia focal, erro metabólico hereditário, escotoma, fraqueza muscular, hipersensibilidade de tipo III, hipertonia, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, neoplasia mieloproliferativa, neurite, nevralgia, papiledema, rigidez Muscular, síndrome coronária aguda, síndrome hipereosinofílica, transtorno da comunicação, tremor e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Perda bilateral, indolor e progressiva da visão central, com discromatopsia vermelho-verde antes da acuidade cair. Etambutol e linezolida dependem de dose e tempo; suspender cedo é o que separa o reversível do definitivo.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.