Deferoxamina

Que lesão de órgão deferoxamina pode causar? perturbação sensorial, retinopatia, transtorno auditivo, surdez, perda auditiva sensorioneural, neuropatia óptica, agranulocitose, leucopenia, síndrome do desconforto respiratório agudo, artralgia, doença óssea, nefropatia, insuficiência renal, lesão renal aguda, citopenia, artropatia, catarata, transtorno respiratório, neutropenia, lesão hepática medicamentosa, doença genética, pneumonite intersticial, anafilaxia, anemia, hipotensão arterial, raquitismo, fibrose pulmonar, exantema medicamentoso, cirrose hepática, escotoma, osteomalacia, retinite pigmentosa, cardiomiopatia, trombocitopenia, baixa visão, cegueira, daltonismo, degenerescência macular, distúrbio da fala, doença autoimune, hiperparatiroidismo, nefrite, transtorno da comunicação, insuficiência cardíaca, nefrite intersticial aguda, síndrome nefrótica, anemia aplástica, anemia hemolítica, convulsão, urticária e angioedema, maculopatia tóxica, abscesso amebiano, afasia, alucinação, anemia congenital, anemia ferropriva, aplasia de medula óssea, arritmia cardíaca, cardiomegalia, celulite, ceratite, coriorretinopatia serosa central, demência, doença da córnea, doença do neurônio motor, edema macular, embolia, embolia pulmonar, epilepsia, flebite, glomerulonefrite, hemoglobinopatia, infeção ocular, insuficiência respiratória, miastenia grave, micose pulmonar, neurite óptica, nictalopia, perda auditiva condutiva, pielonefrite, síndrome da angústia respiratória do recém-nascido, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, síndrome paraneoplásica, talassemia, taquicardia, trauma facial, traumatismo craniano, tromboflebite, trombose, trombose venosa, úlcera de córnea, uveíte, vasculite e zumbido.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
8 de 15 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
9 de 39 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
5 de 29 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
4 de 111 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
3 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
2 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
2 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Literatura:
1 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Maculopatia tóxica

CPossívelOcular

Perda de campo central que não volta depois de instalada — daí o rastreamento anual por OCT em quem usa antimalárico há mais de cinco anos. Tamoxifeno e pentosano polissulfato dão quadros parecidos e menos lembrados.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.