Lesão renal aguda
BProvávelRenalPor necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
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Que lesão de órgão bromo pode causar? lesão renal aguda, insuficiência renal, exantema medicamentoso, perturbação sensorial, citopenia, transtorno auditivo, leucopenia, surdez, necrose tubular aguda, nefropatia, lesão hepática medicamentosa, tumor renal, carcinoma, adenocarcinoma, doença dos brônquios, trombocitopenia, fotossensibilidade, lesão pulmonar, broncoespasmo, complicações na gravidez, edema pulmonar não cardiogênico, neuropatia periférica, adenoma, alucinação, ataxia, blefarite, bronquite, coagulopatia, displasia broncopulmonar, doença da tireoide, doença pulmonar obstrutiva, exantema, hipersensibilidade respiratória, infertilidade, lesão pulmonar induzida por ventilação mecânica, mesotelioma, paralisia, pneumonia, púrpura, transtorno respiratório, uremia, síndrome do desconforto respiratório agudo, cardiomiopatia, miocardite, agranulocitose, anemia hemolítica, pneumonite química, síndrome de disfunção reativa das vias aéreas, acne, ambliopia, anemia, anomalias craniofaciais, bolha, carcinoma de células renais, coagulação intravascular disseminada, conjuntivite, crescimento intra uterino restrito, demência, dermatite herpetiforme, diátese hemorrágica, diplopia, distúrbio da fala, doença autoimune, doença da bexiga, doença da laringe, doença das glândulas sebáceas, doença do mediastino, doença genética, doença óssea, doença torácica, faringite, fenda palatina, foliculite, hidronefrose, hipotensão arterial, infertilidade masculina, irite, laringite, lesões orais, linfoma, miopatia, neoplasia da bexiga, neoplasia das vias respiratórias, oftalmoplegia, oligospermia, osteomalacia, paranoia, perda auditiva sensorioneural, pneumomediastino, raquitismo, retinite, retinopatia, rinite, sangramento gastrointestinal, sarcoma, síndrome de Fanconi, síndrome hemolítica-urémica, tosse, transtorno da comunicação, transtorno do espectro esquizofrênico, transtornos linfoproliferativos, traqueíte, traqueopatia, trauma facial, traumatismo craniano, trombofilia, tumor de pele, tumor pulmonar, uveíte e zumbido.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.
Asma que começa numa única exposição alta a irritante — cloro, amônia, fumaça — em quem nunca teve asma. A hiper-reatividade dura anos; é o diagnóstico que transforma um acidente em doença ocupacional.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.