Acitretina

Que lesão de órgão acitretina pode causar? lesão hepática medicamentosa, hiperostose, neuropatia periférica, doença óssea, exantema medicamentoso, alopécia, citopenia, síndrome de diferenciação, complicações na gravidez, distúrbio da Pigmentação, tumor de pele, síndrome de extravasamento capilar, agranulocitose, urticária e angioedema, angioedema, cirrose hepática, granuloma, hipertensão intracraniana idiopática, leucopenia, pancreatite, psoríase, transtorno respiratório, síndrome do desconforto respiratório agudo, aborto espontâneo, anomalias craniofaciais, arritmia cardíaca, artropatia, conjuntivite, degenerescência macular, doença do pé, edema macular, eritrodermia, hiperpigmentação, infertilidade, infertilidade masculina, neutropenia, osteoporose, paralisia, perda auditiva sensorioneural, perturbação sensorial, pneumonia, polineuropatia, queratose, retinopatia, surdez, transtorno auditivo, transtornos linfoproliferativos, pneumonite intersticial, derrame pleural, prolongamento do intervalo QT, bradicardia, colestase, insuficiência hepática aguda, trombocitopenia, fotossensibilidade, acidente vascular cerebral, alopecia areata, artrite, artropatia por deposição de cristais, blefarite, bursite, carcinoma, carcinoma espinocelular, cardiopatia congênita, ceratoacantoma, ceratocone, coagulopatia, derrame pericárdico, distúrbio da voz, doença cerebrovascular, doença da córnea, doença da laringe, doença da mama, doença da tireoide, doença genética, doença vulvar, epistaxe, equimose, eritema, erro metabólico hereditário, ginecomastia, gota, hiperostose esquelética idiopática difusa, hipopigmentação, hipotensão arterial, hipotiroidismo, ictiose, insuficiência hepática, insuficiência respiratória, linfoma, linfoma cutâneo de células T, linfoma não Hodgkin, miopatia, pancitopenia, prurido, reabsorção óssea, sangramento gastrointestinal, taquicardia, transtornos do humor, trombose, vaginite, vaginite por candidíase, vitiligo e vulvite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
10 de 13 artigos

Neuropatia periférica

BProvávelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
4 de 4 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
5 de 14 artigos

Síndrome de diferenciação

CPossívelRespiratória

Febre, ganho de peso, infiltrado e hipotensão nas primeiras três semanas de ATRA ou trióxido de arsênio na leucemia promielocítica. Dexametasona na suspeita, antes de confirmar: esperar é o que mata.

Relatos no FAERS:
6
Literatura:
4 artigos

Hipotensão com hemoconcentração e edema pulmonar por fuga de albumina. Volume agrava, e o que salva é suspender a droga — interleucina-2, gencitabina, fator estimulador de colônias.

Relatos no FAERS:
6
Literatura:
3 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
3 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
3 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Derrame pleural

CPossívelRespiratória

Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.

Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.