Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 10 de 13 artigos
Que lesão de órgão acitretina pode causar? lesão hepática medicamentosa, hiperostose, neuropatia periférica, doença óssea, exantema medicamentoso, alopécia, citopenia, síndrome de diferenciação, complicações na gravidez, distúrbio da Pigmentação, tumor de pele, síndrome de extravasamento capilar, agranulocitose, urticária e angioedema, angioedema, cirrose hepática, granuloma, hipertensão intracraniana idiopática, leucopenia, pancreatite, psoríase, transtorno respiratório, síndrome do desconforto respiratório agudo, aborto espontâneo, anomalias craniofaciais, arritmia cardíaca, artropatia, conjuntivite, degenerescência macular, doença do pé, edema macular, eritrodermia, hiperpigmentação, infertilidade, infertilidade masculina, neutropenia, osteoporose, paralisia, perda auditiva sensorioneural, perturbação sensorial, pneumonia, polineuropatia, queratose, retinopatia, surdez, transtorno auditivo, transtornos linfoproliferativos, pneumonite intersticial, derrame pleural, prolongamento do intervalo QT, bradicardia, colestase, insuficiência hepática aguda, trombocitopenia, fotossensibilidade, acidente vascular cerebral, alopecia areata, artrite, artropatia por deposição de cristais, blefarite, bursite, carcinoma, carcinoma espinocelular, cardiopatia congênita, ceratoacantoma, ceratocone, coagulopatia, derrame pericárdico, distúrbio da voz, doença cerebrovascular, doença da córnea, doença da laringe, doença da mama, doença da tireoide, doença genética, doença vulvar, epistaxe, equimose, eritema, erro metabólico hereditário, ginecomastia, gota, hiperostose esquelética idiopática difusa, hipopigmentação, hipotensão arterial, hipotiroidismo, ictiose, insuficiência hepática, insuficiência respiratória, linfoma, linfoma cutâneo de células T, linfoma não Hodgkin, miopatia, pancitopenia, prurido, reabsorção óssea, sangramento gastrointestinal, taquicardia, transtornos do humor, trombose, vaginite, vaginite por candidíase, vitiligo e vulvite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Febre, ganho de peso, infiltrado e hipotensão nas primeiras três semanas de ATRA ou trióxido de arsênio na leucemia promielocítica. Dexametasona na suspeita, antes de confirmar: esperar é o que mata.
Hipotensão com hemoconcentração e edema pulmonar por fuga de albumina. Volume agrava, e o que salva é suspender a droga — interleucina-2, gencitabina, fator estimulador de colônias.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.