Lesão pulmonar aguda
BProvávelRespiratória- Literatura:
- 25 de 54 artigos
Que lesão de órgão ácido clorídrico pode causar? lesão pulmonar aguda, estenose do esófago, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, úlcera péptica, úlcera gástrica, lesão pulmonar, gastroenterite, pneumonia, transtorno respiratório, erosão dentária, gastrite, pneumonia por aspiração, síndrome do desconforto respiratório agudo, estenose pilórica, edema pulmonar não cardiogênico, disfagia, doença dos brônquios, cistite, doença da bexiga, hipersensibilidade respiratória, esofagite, insuficiência respiratória, sangramento gastrointestinal, síndrome de disfunção reativa das vias aéreas, asma, doença pulmonar obstrutiva, neoplasia das vias respiratórias, doença de refluxo gastroesofágico, traqueopatia, trauma facial, traumatismo craniano, infarto do miocárdio, lesão hepática medicamentosa, pneumonite química, arritmia cardíaca, doença da córnea, hiper-reatividade brônquica, nefropatia, peritonite, perturbação sensorial, hemorragia alveolar difusa, síndrome de Mendelson, carcinoma, carcinoma espinocelular, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, diátese hemorrágica, doença do sistema nervoso central, doença óssea, hiperalgesia, neoplasia do nariz, obstrução das vias aéreas, pancreatite, trombofilia, tumor ósseo, tumor pulmonar, cardiomiopatia, miocardite, bradicardia, lesão renal aguda, trombocitopenia, anemia hemolítica, convulsão, exantema medicamentoso, lesão pulmonar por inalação de fumaça, anafilaxia, anemia, atelectasia, atresia esofágica, bexiga hiperativa, bolha, cárie dentária, cegueira, choque cardiogênico, cistite intersticial, citopenia, dissonia, distúrbio da Pigmentação, divertículo, doença da laringe, doença do mediastino, doença torácica, estenose de traqueia, fibrilação auricular, fibrilhação ventricular, fibrose pulmonar idiopática, fístula das vias respiratórias, fístula traqueoesofágica, hematúria, hiperpigmentação, insônia, insuficiência renal, lesões orais, mediastinite, necrose das papilas renais, neoplasia da laringe, neoplasia da traqueia, neoplasia dos brônquios, parada cardíaca, perturbação cognitiva, pneumoperitônio, síndrome hemolítica-urémica, taquicardia, transtorno somatoforme, úlcera, úlcera bucal e uremia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Asma que começa numa única exposição alta a irritante — cloro, amônia, fumaça — em quem nunca teve asma. A hiper-reatividade dura anos; é o diagnóstico que transforma um acidente em doença ocupacional.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Aspiração de conteúdo gástrico ácido na indução anestésica. É pneumonite química, não infecção: antibiótico logo de saída não muda desfecho, e o que reduz risco é jejum, bloqueio ácido e sequência rápida.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
A queimadura da via aérea não aparece toda na admissão: o edema fecha a glote em horas, e o cianeto e o monóxido matam antes do pulmão. Rouquidão, escarro carbonáceo e queimadura de face pedem via aérea definitiva cedo.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.