Nefropatia
BProvávelRenal- Literatura:
- 67 de 168 artigos
Que lesão de órgão urânio pode causar? nefropatia, insuficiência renal, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, lesão renal aguda, leucemia, lesão hepática medicamentosa, complicações na gravidez, doença da bexiga, doença óssea, nefrite, neoplasia da bexiga, carcinoma, proteinúria, linfoma, sarcoma, transtornos linfoproliferativos, adenocarcinoma, anemia, carcinogênese, carcinoma espinocelular, displasia, doença autoimune, esclerose sistêmica, infertilidade, insuficiência renal crônica, leucemia linfoide, neoplasia dos brônquios, reabsorção óssea, tumor de pele, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, cardiomiopatia, miocardite, nefrite intersticial aguda, neuropatia periférica, adenoma, angina, anomalias craniofaciais, arritmia cardíaca, ataxia, cálculo renal, carcinoma broncogênico, carcinoma pulmonar de pequenas células, carcinoma urotelial, disfunção testicular, dissonia, doença da tireoide, doença do sistema nervoso central, doença dos brônquios, doença dos seios paranasais, doença genética, doença ocular, doença pulmonar obstrutiva, doença pulmonar obstrutiva crônica, enfisema pulmonar, fenda labial, fenda palatina, glicosúria, glomerulonefrite, hematúria, hipercinesia, hipertensão arterial, infertilidade masculina, lesão pulmonar, lesões orais, leucemia mieloide, linfoma de Hodgkin, linfoma não Hodgkin, lúpus eritematoso sistêmico, malformações cefálicas congênitas, mesotelioma, miopatia, necrose tubular aguda, neoplasia do nariz, neoplasia dos seios paranasais, orquite, osteossarcoma, rabdomiólise, reabsorção fetal, síndrome mielodisplásica, tiroidite, transtorno do ciclo vigília-sono, tumor ósseo, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide e uremia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.