Insuficiência respiratória
BProvávelRespiratória- Literatura:
- 9 de 12 artigos
Que lesão de órgão pregabalina pode causar? insuficiência respiratória, neuropatia periférica, convulsão, bloqueio atrioventricular, parkinsonismo, exantema medicamentoso, prolongamento do intervalo QT, insuficiência cardíaca, lesão hepática medicamentosa, agranulocitose, dRESS, infarto do miocárdio, insuficiência hepática aguda, perturbação sensorial, transtorno respiratório, complicações na gravidez, miopatia, arritmia cardíaca, alucinação, dissonia, mioclonia, priapismo, rabdomiólise, ataxia, embolia, embolia pulmonar, eosinofilia, fibrilação auricular, hipersonia, nevralgia, acidente vascular cerebral, arteriosclerose, aterosclerose, blefaroespasmo, bloqueio de ramo, cãibra, carcinoma broncogênico, carcinoma de pulmão de células não pequenas, cardiopatia congênita, citopenia, colite, colite microscópica, confusão, delirium, demência, diabetes mellitus, disfemia, distúrbio da fala, distúrbios do sistema vestibular, doença arterial periférica, doença cerebrovascular, exantema, fibromialgia, fotofobia, gastroenterite, glaucoma, hiperalgesia, hipertensão ocular, incontinência urinária, insuficiência hepática, leucopenia, malformações cefálicas congênitas, miosite, neoplasia das vias respiratórias, neoplasia dos brônquios, neutropenia, nictalopia, parassonia, parto pré-termo, perda de consciência, perturbação do neurodesenvolvimento, prurido, retinopatia, síncope, síndrome das pernas inquietas, síndrome do desejo sexual hipoativo, surdez, transtorno auditivo, transtorno da comunicação, transtornos do humor, tremor, trombose, trombose venosa, tumor pulmonar e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.