Doença óssea
BProvávelMusculoesquelética- Literatura:
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Que lesão de órgão etretinato pode causar? doença óssea, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, hiperostose, alopécia, osteoporose, hiperostose esquelética idiopática difusa, artropatia, complicações na gravidez, lesões orais, transtornos linfoproliferativos, fotossensibilidade, eritema, colestase, trombocitopenia, artrite, citopenia, doença autoimune, granuloma, linfoma, prurido, queratose, aborto espontâneo, acne, anomalias craniofaciais, bolha, coloboma, disfunção erétil, doença das glândulas sebáceas, doença do pé, eosinofilia, hipertensão intracraniana idiopática, hipertonia, linfoma de Hodgkin, miopatia, síndrome de Crouzon, síndrome de Treacher Collins, síndrome do desejo sexual hipoativo, transtorno respiratório, úlcera, vasculite, pneumonite intersticial, granulomatose pulmonar por corpo estranho, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, neuropatia periférica, pseudoporfiria, afta, alucinação, arteriosclerose, artrite reumatoide, ceratite, colestase intra-hepática da gravidez, condropatia, confusão, conjuntivite, delirium, dermatite herpetiforme, distúrbio da Pigmentação, doença da córnea, doença da laringe, doença da mama, doença de Crohn, doença do mediastino, doença genética, doença inflamatória intestinal, doença torácica, eczema herpético, eritema multiforme, eritrodermia, estomatite, fenda palatina, gastroenterite, ginecomastia, granuloma de laringe, granulomatose de Wegener, herpes, hipersensibilidade de tipo III, hipopigmentação, insuficiência renal, insuficiência respiratória, malformações cefálicas congênitas, miliária, nefropatia, neoplasia mieloproliferativa, osteoartrite, osteólise, osteossarcoma, otalgia, otite, otite externa, paralisia, paresia, paroníquia, pênfigo, perturbação sensorial, perturbação visual, policitemia vera, reabsorção fetal, reabsorção óssea, retinopatia, rigidez Muscular, rosácea, sarcoma, sarna, síndrome do olho seco, tosse, transtorno de personalidade, tumor cerebral, tumor de pele, tumor mediastinal, tumor ósseo e tumores dos tecidos hematopoético e linfoide.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Micronódulos centrolobulares do excipiente do comprimido — talco, celulose, crospovidona — em quem tritura e injeta medicação oral. A pista é a história, não a imagem.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Bolhas e fragilidade no dorso das mãos iguais às da porfiria cutânea tardia, com porfirinas normais. Naproxeno em criança e furosemida em diálise são os cenários de sempre.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.