Convulsão
BProvávelNeurológicaPor rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
- Relatos no FAERS:
- 33
- ROR:
- 0,3 (IC 95% 0,2–0,4)
- Literatura:
- 24 de 28 artigos
Que lesão de órgão cefazolina pode causar? convulsão, urticária e angioedema, exantema medicamentoso, anafilaxia, lesão renal aguda, coagulopatia, diátese hemorrágica, enterocolite, colite pseudomembranosa, epilepsia, trombocitopenia, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, nefrite intersticial aguda, anemia hemolítica, lesão hepática medicamentosa, broncoespasmo, nefropatia, insuficiência renal, gastroenterite, citopenia, agranulocitose, doença genética, leucopenia, neutropenia, anemia, colite, nefrite, vasculite, eritema, estado de mal epilético, transtorno respiratório, fotossensibilidade, deficiência de vitamina K, doença da córnea, doença do soro, exantema, flebite, lesões orais, retinopatia, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, colestase, neuropatia periférica, acloridria, angioedema, arritmia cardíaca, artralgia, artropatia, bolha, cálculo renal, ceratite, coledocolitíase, colelitíase, complicações na gravidez, confusão, delirium, disartria, dispneia, distúrbio da fala, doença da vesícula biliar, doença dos brônquios, doença infecciosa do sistema nervoso, eczema, eosinofilia, epilepsia focal, eritema multiforme, eritrodermia, estomatite, estupor, glicosúria, hipersensibilidade de tipo III, hipotensão arterial, insuficiência respiratória, leucocitose, miopatia, necrose tubular aguda, neoplasia mieloproliferativa, osteossarcoma, pancitopenia, perda de consciência, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, perturbação visual, pielonefrite, pneumotórax, policitemia vera, proteinúria, prurido, psoríase, sarcoma, síndrome da eosinofilia-mialgia, taquicardia, taquicardia supraventricular, transtorno da comunicação, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide, uremia e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.