Golimumabe

Que lesão de órgão golimumabe pode causar? exantema medicamentoso, nefropatia, encefalopatia, lesão hepática medicamentosa, pneumonite intersticial, síndrome nefrótica, doença autoimune, gastroenterite, doença inflamatória intestinal, artropatia, colite, colite ulcerosa, psoríase, artrite, complicações na gravidez, lúpus eritematoso sistêmico, transtornos linfoproliferativos, adenocarcinoma, alopécia, alopecia areata, artrite reumatoide, carcinoma, distúrbio da Pigmentação, eosinofilia, esclerose múltipla, glomerulonefrite, lesões orais, nefrite, neurite óptica, neuropatia óptica, pancreatite, pneumonia, sarcoidose, tumor de Merkel, tumor neuroendócrino, vasculite, trombocitopenia, aborto espontâneo, afta, anemia, artralgia, bolha, ceratodermia palmoplantar, citopenia, coagulopatia, doença de Crohn, doença de lesão mínima, doença genética, doença óssea, encefalopatia hipertensiva, enterite, eritema, eritema multiforme, eritrodermia, estomatite, exantema, gastrite, granulomatose de Wegener, herpes, hiperpigmentação, hipersensibilidade de tipo III, hipopigmentação, infeção do trato urinário, infeção sexualmente transmissível, leishmaniose, leishmaniose cutânea, linfoma, mielite transversa, mielopatia, miopatia, miosite, necrose avascular, nefrite lúpica, neuromielite óptica, peritonite, proctite, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, queratose, sífilis, trombofilia, tumor de pele, uveíte e vitiligo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Exantema medicamentoso

AEstabelecidoCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
10.458
ROR:
4,1 (IC 95% 44,2)
Literatura:
13 artigos

Encefalopatia

CPossívelNeurológica

A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.

Relatos no FAERS:
4.097
ROR:
4,6 (IC 95% 4,54,7)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
1.285
ROR:
3,6 (IC 95% 3,43,8)
Literatura:
3 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
70
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
1 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Relatos no FAERS:
15
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.