Apixabana

Que lesão de órgão apixabana pode causar? lesão renal aguda, trombocitopenia, hemorragia intracraniana, sangramento gastrointestinal, hemorragia intracerebral, citopenia, hematoma subdural, derrame pericárdico, patologia uterina, sangramento uterino anormal, hemorragia intraocular, hipersensibilidade de tipo III, hemorragia alveolar difusa, trombocitopenia induzida por heparina, infarto do miocárdio, nefrite intersticial aguda, pneumonite intersticial, derrame pleural, dRESS, doença cerebrovascular, acidente vascular cerebral, nefropatia, insuficiência renal, trombose, arritmia cardíaca, lesão hepática medicamentosa, fibrilação auricular, isquémia cerebral, traumatismo craniano, exantema medicamentoso, embolia, coagulopatia, doença do baço, epistaxe, hemorragia subaracnóide, insuficiência renal crônica, trombose venosa, vasculite, diátese hemorrágica, exantema, nefrite, tamponamento cardíaco, insuficiência hepática aguda, alopécia, doença autoimune, embolia pulmonar, esofagite, gastroenterite, hemoptise, insuficiência hepática, menorragia, púrpura, trombose venosa cerebral, agranulocitose, acidente isquémico transitório, anafilaxia, colecistite, demência, diabetes mellitus, doença da vesícula biliar, doença dos ovários, doença genética, doença óssea, eosinofilia, glomerulonefrite, hematoma subdural agudo, hematúria, hemofilia A, hemorragia retinal, hifema, hipertensão ocular, infarto cerebral, insuficiência respiratória, lesões orais, leucopenia, mielopatia, nefropatia por IgA, osteoporose, parada cardíaca, perda de consciência, perturbação de ansiedade, psoríase, púrpura de Henoch-Schönlein, púrpura trombocitopênica idiopática, retinopatia, síncope, síndrome coronária aguda, transtorno respiratório, tumor do ovário e úlcera.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
520
ROR:
0,4 (IC 95% 0,40,4)
Literatura:
14 de 18 artigos

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
160
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
14 de 17 artigos

Hemorragia alveolar difusa

CPossívelRespiratória

Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.

Relatos no FAERS:
236
ROR:
5,6 (IC 95% 4,96,4)
Literatura:
2 artigos

Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.

Relatos no FAERS:
62
ROR:
3,9 (IC 95% 35)
Literatura:
21 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Relatos no FAERS:
1.617
ROR:
2,2 (IC 95% 2,12,3)
Literatura:
5 de 52 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Relatos no FAERS:
31
ROR:
0,5 (IC 95% 0,30,7)
Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
51
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
2 artigos

Derrame pleural

CPossívelRespiratória

Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.

Relatos no FAERS:
50
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
1 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Relatos no FAERS:
15
ROR:
0,2 (IC 95% 0,10,3)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
14
ROR:
0 (IC 95% 00,1)
Literatura:
8 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
7 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
2 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.