Bradicardia
BProvávelCardíacaA mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
- Relatos no FAERS:
- 125
- ROR:
- 1 (IC 95% 0,8–1,2)
- Literatura:
- 33 de 41 artigos
Que lesão de órgão timolol pode causar? bradicardia, arritmia cardíaca, doença dos brônquios, transtorno respiratório, broncoespasmo, hiperemia, exantema medicamentoso, bloqueio de ramo, doença autoimune, insuficiência respiratória, perda de consciência, síncope, hipotensão arterial, psoríase, transtornos do humor, bloqueio atrioventricular, doença pulmonar obstrutiva, asma, hipersensibilidade respiratória, doença da córnea, perturbação sensorial, distúrbio da Pigmentação, hipertensão ocular, insuficiência cardíaca, ceratite, conjuntivite, doença cerebrovascular, parada cardíaca, trombose, apneia, blefarite, disfunção erétil, dispneia, doença de Raynaud, eritema, estado asmático, glaucoma, miastenia grave, penfigoide bolhoso, pólipo nasal, retinopatia, síndrome do desejo sexual hipoativo, síndrome paraneoplásica, uveíte, xeroftalmia, alucinação, citopenia, conjuntivite alérgica, degenerescência macular, doença de Peyronie, doença dos seios paranasais, edema macular, granuloma, hiperpigmentação, infeção ocular, lesões orais, lúpus eritematoso sistêmico, obstrução das vias aéreas, peritonite, rinite, sinusite, taquicardia, transtornos linfoproliferativos, tumor de pele, pneumonite intersticial, edema pulmonar não cardiogênico, infarto do miocárdio, lesão hepática medicamentosa, agranulocitose, trombocitopenia, anemia hemolítica, convulsão, neuropatia periférica, ceratopatia vorticilada, broncorreia, acidente isquémico transitório, alopécia, anafilaxia, anemia, anoxia perinatal, artropatia, astenopia, cardiomegalia, catarata, cegueira, choque cardiogênico, cólica, complicações na gravidez, contratura, contratura de Dupuytren, descolamento de retina, doença do pé, eczema, endoftalmite, eosinofilia, eritema multiforme, eritrodermia, estomatite, exantema, fibrilação auricular, fibroma, hemangioma, hemangioma infantil, hemorragia intraocular, herpes, hiper-reatividade brônquica, hipertensão arterial, hipopigmentação, hipotonia, isquémia cerebral, leucopenia, melanoma, miopatia, nefropatia, neutropenia, pancreatite, parassonia, paroníquia, prurido, ptose, queratite herpética, respiração de Cheyne-Stokes, rinite vasomotora, síndrome do nó sinusal, taquicardia ventricular, terror noturno, tumor neuroendócrino, úlcera e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Depósito em espiral no epitélio da córnea, visível na lâmpada de fenda e quase sempre sem sintoma. Amiodarona e cloroquina são as causas de rotina — o achado por si não obriga a suspender, mas obriga a olhar a retina.
Secreção clara em grande volume, acima de cem mililitros por dia, que afoga a via aérea. No envenenamento por organofosforado é a causa da morte, e a atropina se titula por ela e não pela pupila.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.