Procaína

Que lesão de órgão procaína pode causar? exantema medicamentoso, convulsão, arritmia cardíaca, neuropatia periférica, anafilaxia, doença da córnea, paralisia, ceratite, hipotensão arterial, perturbação sensorial, taquicardia, transtorno respiratório, apneia, lesão hepática medicamentosa, cegueira, infeção ocular, insuficiência respiratória, úlcera de córnea, meta-hemoglobinemia, urticária e angioedema, epilepsia, hipertensão arterial, mielopatia, parada cardíaca, perda de consciência, perturbação de ansiedade, prurido, bradicardia, alucinação, bloqueio de ramo, complicações na gravidez, diabetes mellitus, doença da tireoide, embolia, granuloma, hipertiroidismo, nefropatia, neurite, oftalmoplegia, perturbação cognitiva, polineuropatia, taquicardia supraventricular, transtornos linfoproliferativos, broncoespasmo, cardiomiopatia, miocardite, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, parkinsonismo, fotossensibilidade, erupção fixa por droga, amnésia, angioedema, ataxia, blefarite, catalepsia patológica, choque cardiogênico, ciatalgia, distúrbio da fala, distúrbios do sistema vestibular, doença autoimune, doença desmielinizante, doença dos brônquios, doença infecciosa do sistema nervoso, doença óssea, eczema, edema cerebral, encefalite, eritrodermia, exantema, fibrilação auricular, fibrilhação ventricular, glaucoma, hipertensão ocular, insuficiência renal, irite, lesões orais, malformações cefálicas congênitas, meningite, miastenia grave, miopatia, miose, mononeuropatia, nevralgia, paniculite, paralisia facial, paralisia obstétrica, parestesia, ptose, rabdomiólise, radiculopatia, síncope, síndrome de Adams-Stokes, síndrome de Horner, síndrome paraneoplásica, taquicardia sinusal, tirotoxicose, transtorno auditivo, transtorno da comunicação, transtorno do processamento auditivo central, trombose, tumor de pele, úlcera gástrica, úlcera péptica, uveíte, vertigem e zumbido.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
21 de 35 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
25 de 95 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
12 de 205 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
4 de 8 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
3 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
3 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
2 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Parkinsonismo

CPossívelNeurológica

Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.

Literatura:
1 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
1 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.