Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
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Que lesão de órgão procaína pode causar? exantema medicamentoso, convulsão, arritmia cardíaca, neuropatia periférica, anafilaxia, doença da córnea, paralisia, ceratite, hipotensão arterial, perturbação sensorial, taquicardia, transtorno respiratório, apneia, lesão hepática medicamentosa, cegueira, infeção ocular, insuficiência respiratória, úlcera de córnea, meta-hemoglobinemia, urticária e angioedema, epilepsia, hipertensão arterial, mielopatia, parada cardíaca, perda de consciência, perturbação de ansiedade, prurido, bradicardia, alucinação, bloqueio de ramo, complicações na gravidez, diabetes mellitus, doença da tireoide, embolia, granuloma, hipertiroidismo, nefropatia, neurite, oftalmoplegia, perturbação cognitiva, polineuropatia, taquicardia supraventricular, transtornos linfoproliferativos, broncoespasmo, cardiomiopatia, miocardite, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, parkinsonismo, fotossensibilidade, erupção fixa por droga, amnésia, angioedema, ataxia, blefarite, catalepsia patológica, choque cardiogênico, ciatalgia, distúrbio da fala, distúrbios do sistema vestibular, doença autoimune, doença desmielinizante, doença dos brônquios, doença infecciosa do sistema nervoso, doença óssea, eczema, edema cerebral, encefalite, eritrodermia, exantema, fibrilação auricular, fibrilhação ventricular, glaucoma, hipertensão ocular, insuficiência renal, irite, lesões orais, malformações cefálicas congênitas, meningite, miastenia grave, miopatia, miose, mononeuropatia, nevralgia, paniculite, paralisia facial, paralisia obstétrica, parestesia, ptose, rabdomiólise, radiculopatia, síncope, síndrome de Adams-Stokes, síndrome de Horner, síndrome paraneoplásica, taquicardia sinusal, tirotoxicose, transtorno auditivo, transtorno da comunicação, transtorno do processamento auditivo central, trombose, tumor de pele, úlcera gástrica, úlcera péptica, uveíte, vertigem e zumbido.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.