Potássio

Que lesão de órgão potássio pode causar? arritmia cardíaca, obstrução intestinal, parada cardíaca, nefropatia, úlcera péptica, carcinoma, lesão renal aguda, fibrilhação ventricular, insuficiência renal, doença da tireoide, epilepsia, hipertensão arterial, tumor de pele, exantema medicamentoso, complicações na gravidez, doença dos brônquios, eczema, taquicardia, meta-hemoglobinemia, asma, bloqueio de ramo, doença da bexiga, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, hipertiroidismo, hipotensão arterial, miopatia, neoplasia da bexiga, neoplasia das vias respiratórias, paralisia, perturbação sensorial, sarcoma, surdez, transtorno auditivo, úlcera duodenal, úlcera gástrica, insuficiência cardíaca, convulsão, adenocarcinoma, artropatia, carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular, coma, contratura, encefalopatia hepática, eritema, insuficiência hepática, leucemia, miotonia, perda de consciência, queratose, sangramento gastrointestinal, taquicardia ventricular, tumor pulmonar, broncoespasmo, síndrome do desconforto respiratório agudo, fibrose pleural, torsades de pointes, infarto do miocárdio, lesão hepática medicamentosa, anemia hemolítica, adenoma, anemia, angina, cãibra, carcinoma de células renais, ceratite, ceratodermia palmoplantar, choque cardiogênico, cirrose hepática, confusão, conjuntivite, coronariopatias, disfagia, distúrbio da Pigmentação, doença da córnea, doença genética, estomatite, febre dos fenos, fibrilação auricular, flebite, hipertensão intracraniana idiopática, hipopigmentação, lesões orais, má-absorção intestinal, mesotelioma, papiloma, perturbação cognitiva, prurido, rinite, rinite alérgica sazonal, taquicardia supraventricular, tetania, tetraplegia, tirotoxicose, transtorno respiratório, trombose, tumor renal, uremia, vasculite, vasoespasmo coronariano e vitiligo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
6 de 561 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
4 de 11 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
3 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
2 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
2 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pleural

CPossívelRespiratória

Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.

Literatura:
1 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.