Pilocarpina

Que lesão de órgão pilocarpina pode causar? descolamento de retina, convulsão, estado de mal epilético, epilepsia, epilepsia focal, epilepsia do lobo temporal, ametropia, miopia, retinopatia, catarata, glaucoma, hipertensão ocular, doença da córnea, perturbação cognitiva, arritmia cardíaca, disfunção cognitiva, perturbação sensorial, tremor, doença dos brônquios, lesões orais, broncoespasmo, bradicardia, hiperemia, miose, traumatismo craniano, ceratite, hemorragia intraocular, infertilidade, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, alucinação, asma, blefaroespasmo, bloqueio de ramo, catalepsia patológica, complicações na gravidez, conjuntivite, doença autoimune, doença pulmonar obstrutiva, espasmo, hifema, hipersensibilidade respiratória, hipotensão arterial, infertilidade masculina, malformações cefálicas congênitas, penfigoide bolhoso, perda de consciência, perdigoto, perturbação do neurodesenvolvimento, síncope, transtorno respiratório, uveíte, edema pulmonar não cardiogênico, asma por aspirina, nefrite intersticial aguda, meta-hemoglobinemia, parkinsonismo, fotossensibilidade, alopécia, blefarite, cegueira, confusão, demência, descolamento do vítreo posterior, diabetes mellitus, dificuldade de aprendizagem, disfagia, disfunção testicular, dispneia, encefalite, estomatite, glicosúria, hipermetropia, hipertensão arterial, infeção ocular, insuficiência respiratória, irite, leucocitose, nefrite, nefropatia, neuropatia diabética, oftalmoplegia, paralisia, perturbação de ansiedade, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, queratose, transtorno da comunicação, transtornos do humor, úlcera de córnea, úlcera péptica e xerostomia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
4 de 11 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
4 de 11 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
2 artigos

Asma por aspirina

CPossívelRespiratória

Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
1 artigos

Parkinsonismo

CPossívelNeurológica

Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.

Literatura:
1 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.