Escopolamina

Que lesão de órgão escopolamina pode causar? alucinação, confusão, delirium, midríase, anisocoria, perturbação cognitiva, amnésia, disfunção cognitiva, demência, taupatia, doença de Alzheimer, transtorno da comunicação, dificuldade de aprendizagem, perturbação do neurodesenvolvimento, convulsão, arritmia cardíaca, perturbação sensorial, exantema medicamentoso, lesões orais, perda de consciência, coma, taquicardia, xerostomia, epilepsia, transtorno respiratório, anafilaxia, glaucoma, hipercinesia, hipertensão arterial, hipertensão ocular, transtorno do espectro esquizofrênico, tremor, bradicardia, lesão hepática medicamentosa, ataxia, complicações na gravidez, distúrbio da Pigmentação, enxaqueca, eritema, eritema multiforme, estado de mal epilético, insuficiência respiratória, paranoia, retenção urinária, traumatismo craniano, síndrome neuroléptica maligna, urticária e angioedema, erupção fixa por droga, apraxia, asma, baixa visão, bloqueio de ramo, cárie dentária, ceratite, diplopia, disfagia, dispneia, dissonia, distúrbio da fala, doença congênita, doença da córnea, doença de refluxo gastroesofágico, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, encefalite, epilepsia do lobo temporal, epilepsia focal, esofagite, esquizofrenia, estrabismo, faringite, fotofobia, gastroenterite, hiperalgesia, hipersensibilidade respiratória, hipotensão arterial, incontinência urinária, insônia, letargia, meningismo, miopatia, miose, parestesia, perdigoto, síndrome de Cushing, taquicardia sinusal, taquicardia supraventricular, taquicardia ventricular, transtorno alimentar e trauma facial.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
13 de 106 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
8 de 11 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Síndrome neuroléptica maligna

CPossívelNeurológica

Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.