Tobramicina

Que lesão de órgão tobramicina pode causar? lesão renal aguda, nefropatia, perturbação sensorial, transtorno auditivo, insuficiência renal, surdez, exantema medicamentoso, perda auditiva sensorioneural, necrose tubular aguda, tosse, distúrbios do sistema vestibular, broncoespasmo, dRESS, fibrose pulmonar, pneumonite intersticial, citopenia, leucopenia, agranulocitose, neutropenia, doença da córnea, transtorno respiratório, hipertensão ocular, doença genética, retinopatia, lesão hepática medicamentosa, ceratite, doença dos brônquios, eosinofilia, eritema, eritema multiforme, glaucoma, insuficiência renal crônica, tetania, trauma facial, traumatismo craniano, zumbido, convulsão, ataxia, coagulopatia, confusão, conjuntivite, delirium, estomatite, lesões orais, paralisia, pneumonia eosinofílica, nefrite intersticial aguda, diabetes insipidus nefrogênico, neuropatia periférica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, acidose tubular renal, anisocoria, artralgia, artropatia, atrofia óptica, blefarite, colecistite, colite pseudomembranosa, conjuntivite alérgica, degenerescência macular, descolamento de retina, diabetes insípida, diátese hemorrágica, disgeusia, distúrbio da voz, doença da laringe, doença da vesícula biliar, doença de Menière, doença do sistema nervoso central, doença óssea, edema macular, enterocolite, fibrose cística, gastroenterite, hiperaldosteronismo, hiperemia, hipoparatireoidismo, insuficiência respiratória, mioclonia, nefrite, neuropatia óptica, oftalmoplegia, osteomalacia, perda auditiva condutiva, perturbação visual, polineuropatia, proteinúria, ptose, raquitismo, síndrome de Bartter, síndrome de Fanconi, síndrome hipereosinofílica, uremia, uveíte e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
557
ROR:
1 (IC 95% 0,91,1)
Literatura:
53 de 67 artigos

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
12
ROR:
0 (IC 95% 00)
Literatura:
19 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Relatos no FAERS:
201
ROR:
1,2 (IC 95% 11,4)
Literatura:
3 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Relatos no FAERS:
25
ROR:
0,7 (IC 95% 0,51,1)
Literatura:
2 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Relatos no FAERS:
11
ROR:
0,4 (IC 95% 0,20,6)
Literatura:
1 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
11
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
15 de 99 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
3 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
2 artigos

Pneumonia eosinofílica

CPossívelRespiratória

Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Poliúria hipotônica que não responde à desmopressina. O lítio é o exemplo que se ensina, e o efeito pode persistir depois de anos de uso.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.