Que lesão de órgão tobramicina pode causar? lesão renal aguda, nefropatia, perturbação sensorial, transtorno auditivo, insuficiência renal, surdez, exantema medicamentoso, perda auditiva sensorioneural, necrose tubular aguda, tosse, distúrbios do sistema vestibular, broncoespasmo, dRESS, fibrose pulmonar, pneumonite intersticial, citopenia, leucopenia, agranulocitose, neutropenia, doença da córnea, transtorno respiratório, hipertensão ocular, doença genética, retinopatia, lesão hepática medicamentosa, ceratite, doença dos brônquios, eosinofilia, eritema, eritema multiforme, glaucoma, insuficiência renal crônica, tetania, trauma facial, traumatismo craniano, zumbido, convulsão, ataxia, coagulopatia, confusão, conjuntivite, delirium, estomatite, lesões orais, paralisia, pneumonia eosinofílica, nefrite intersticial aguda, diabetes insipidus nefrogênico, neuropatia periférica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, acidose tubular renal, anisocoria, artralgia, artropatia, atrofia óptica, blefarite, colecistite, colite pseudomembranosa, conjuntivite alérgica, degenerescência macular, descolamento de retina, diabetes insípida, diátese hemorrágica, disgeusia, distúrbio da voz, doença da laringe, doença da vesícula biliar, doença de Menière, doença do sistema nervoso central, doença óssea, edema macular, enterocolite, fibrose cística, gastroenterite, hiperaldosteronismo, hiperemia, hipoparatireoidismo, insuficiência respiratória, mioclonia, nefrite, neuropatia óptica, oftalmoplegia, osteomalacia, perda auditiva condutiva, perturbação visual, polineuropatia, proteinúria, ptose, raquitismo, síndrome de Bartter, síndrome de Fanconi, síndrome hipereosinofílica, uremia, uveíte e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.