Polimixina B

Que lesão de órgão polimixina b pode causar? nefropatia, insuficiência renal, lesão renal aguda, distúrbio da Pigmentação, hiperpigmentação, perturbação sensorial, transtorno auditivo, surdez, perda auditiva sensorioneural, úlcera gástrica, transtorno respiratório, exantema medicamentoso, anafilaxia, doença dos brônquios, lesão hepática medicamentosa, insuficiência respiratória, broncoespasmo, doença autoimune, doença da córnea, úlcera péptica, artrite, artropatia, citopenia, colesteatoma, diátese hemorrágica, hipotensão arterial, lesão pulmonar, lesões orais, leucopenia, paralisia, pênfigo, queratose, pneumonite intersticial, síndrome do desconforto respiratório agudo, hemorragia alveolar difusa, insuficiência hepática aguda, agranulocitose, anemia aplástica, anemia, aplasia de medula óssea, ceratite, colite, doença congênita, doença periodontal, eosinofilia, gastroenterite, hiper-reatividade brônquica, hiperaldosteronismo, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, lesão pulmonar aguda, miopatia, neutropenia, otite, otite média, transtornos linfoproliferativos, fibrose pulmonar, cardiomiopatia, valvopatia, colestase, neuropatia periférica, arritmia cardíaca, blefarite, cardiomegalia, cardiomiopatia hipertrófica, cirrose hepática, colangite, coma, complicações na gravidez, conjuntivite alérgica, dispneia, doença do pé, doença do sistema nervoso central, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva, estenose aórtica, estomatite, granuloma, hipersensibilidade respiratória, hipertensão ocular, imunodeficiência, leucocitose, linfocitopenia, linfoma, linfoma não Hodgkin, meningite, mieloma múltiplo, nefrite, neoplasia das vias respiratórias, obstrução das vias aéreas, pancreatite, parada cardíaca, paralisia respiratória, parestesia, perda de consciência, psoríase, pulpite, rabdomiólise, reabsorção óssea, rinite, sangramento gastrointestinal, sarcoma, síndrome de Bartter, taquicardia, tosse, trauma facial, traumatismo craniano, tumor pulmonar, úlcera duodenal e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
65 de 87 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
7 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
5 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
4 de 7 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
2 artigos

Hemorragia alveolar difusa

CPossívelRespiratória

Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.

Literatura:
2 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
2 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
2 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
2 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Valvopatia

CPossívelCardíaca

Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.