Óxido de zinco

Que lesão de órgão óxido de zinco pode causar? febre dos fumos metálicos, lesão hepática medicamentosa, carcinogênese, displasia, lesão pulmonar aguda, pneumonia, nefropatia, lesão pulmonar, pneumonite intersticial, complicações na gravidez, hipersensibilidade respiratória, lesões orais, transtorno respiratório, anemia, doença dos brônquios, fibrose pulmonar, exantema medicamentoso, pneumonite química, arteriosclerose, aterosclerose, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, parestesia, periodontite, periodontite apical, perturbação sensorial, anemia hemolítica, asma, dermatite atópica, doença genética, doença inflamatória intestinal, gastroenterite, infertilidade, insuficiência renal, insuficiência respiratória, malformações cefálicas congênitas, neoplasia das vias respiratórias, pancreatite, psoríase, queratose, tumor pulmonar, úlcera gástrica, úlcera péptica, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, dano alveolar difuso, cardiomiopatia, pericardite, lesão renal aguda, convulsão, urticária e angioedema, acne, aneurisma, aneurisma da aorta, angioedema, anomalias craniofaciais, anquilose, artropatia, bronquiolite, bronquite, carcinoma, carcinoma espinocelular, cardiomegalia, diabetes mellitus, dissecção da aorta, distúrbio da Pigmentação, doença celíaca, doença da córnea, doença das glândulas sebáceas, doença óssea, eczema, embolia, embolia pulmonar, eosinofilia, erosão dentária, faringite, hiper-reatividade brônquica, hipoestesia, infertilidade masculina, insuficiência renal crônica, leucocitose, má-absorção intestinal, meningite, meningite asséptica, miopatia, nefrite, oligospermia, osteíte, osteoporose, pancreatite crônica, perturbação cognitiva, piodermite, pleurisia, pneumonite de hipersensibilidade, prurido, pulpite, reabsorção fetal, sangramento gastrointestinal, síndrome do cólon irritável, tosse, trauma facial, traumatismo craniano, trombofilia, trombose, tumor de pele e úlcera duodenal.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Febre dos fumos metálicos

BProvávelRespiratória

Febre, calafrio e gosto metálico horas depois de soldar galvanizado. Passa em um dia sem sequela, e a tolerância que se ganha na semana é o que faz a segunda-feira ser a pior.

Literatura:
37 de 41 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
17 de 31 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
5 de 18 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
3 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Pneumonite química

CPossívelRespiratória

Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.

Literatura:
3 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
2 artigos

Dano alveolar difuso

CPossívelRespiratória

O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.

Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Pericardite

CPossívelCardíaca

Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.