Doença dos ovários
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Que lesão de órgão gonadotrofina coriónica humana pode causar? doença dos ovários, síndrome de hiperestimulação ovariana, complicações na gravidez, cisto, cisto ovariano, tumor do ovário, aborto espontâneo, gravidez ectópica, doença cerebrovascular, infertilidade, patologia uterina, disfunção testicular, hidrotórax, trombose, trombose venosa, carcinogênese, carcinoma, displasia, doença da mama, doença da tireoide, doença óssea, embolia, embolia pulmonar, epifisiólise, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipertiroidismo, infertilidade feminina, nefropatia, oligúria, síndrome do ovário policístico, teratoma, derrame pleural, cardiomiopatia, lesão hepática medicamentosa, lesão renal aguda, convulsão, exantema medicamentoso, acidente vascular cerebral, adenocarcinoma, apneia, apneia de sono, apneia obstrutiva do sono, artropatia, cardiomegalia, cardiopatia congênita, condição pré-maligna, disgerminoma, dissonia, distócia, doença do sistema imunológico, doenças hipertensivas da gravidez, escotoma, flebite, germinoma, ginecomastia, gravidez abdominal, hiperplasia do endométrio, hiperplasia prostática benigna, hipertensão intracraniana idiopática, hipertrofia ventricular esquerda, infertilidade masculina, insuficiência renal, isquémia cerebral, luxação, luxação da anca, melanoma, neoplasia da mama, oligospermia, orquite, parto pré-termo, perturbação sensorial, pré-eclampsia, priapismo, puberdade precoce, reabsorção fetal, tetania, torção testicular, transtorno respiratório, tromboflebite, tumor de pele, tumor neuroendócrino, tumos cordao sexual, vasculite e vasoespasmo cerebral.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.