Anemia aplástica
BProvávelHematológicaPancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
- Relatos no FAERS:
- 17
- ROR:
- 1,8 (IC 95% 1,1–2,8)
- Literatura:
- 6 de 7 artigos
Que lesão de órgão etossuximida pode causar? anemia aplástica, doença autoimune, lúpus eritematoso sistêmico, citopenia, anemia, aplasia de medula óssea, doença do sistema linfático, doença óssea, exantema medicamentoso, epilepsia, lesões orais, convulsão, leucopenia, nefropatia, lesão hepática medicamentosa, anomalias craniofaciais, cardiopatia congênita, eritema, fenda labial, fenda palatina, hipercinesia, raquitismo, transtorno bipolar, transtornos do humor, agranulocitose, trombocitopenia, parkinsonismo, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, ataxia, doença periodontal, eritema multiforme, eritrodermia, estomatite, pancitopenia, perturbação do neurodesenvolvimento, transtorno do espectro esquizofrênico, tremor, síndrome nefrótica, neuropatia periférica, dRESS, fotossensibilidade, acromegalia, alopécia, alucinação, anencefalia, bócio, cardiomegalia, complicações na gravidez, confusão, crise de ausência, dificuldade de aprendizagem, dissonia, distonia, distúrbio da Pigmentação, distúrbios do sistema vestibular, doença da tireoide, doença de Raynaud, doença ocular, eosinofilia, epilepsia focal, esclerose sistêmica, esquizofrenia, glomerulonefrite, hidrocefalia, hiperpituitarismo, hipersonia, hipertricose, hipocondria, hipospádia, histeria, infertilidade, infertilidade masculina, linfadenopatia, microcefalia, nefrite, nefrite lúpica, osteomalacia, paranoia, tiroidite, transtorno da comunicação, transtorno de personalidade, transtorno de personalidade histriônica, transtorno somatoforme, trombose e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.