Etilenoglicol

Que lesão de órgão etilenoglicol pode causar? nefropatia, insuficiência renal, lesão renal aguda, transtorno respiratório, convulsão, cálculo renal, hiperoxalúria, coma, perda de consciência, doença cerebrovascular, lesões orais, lesão hepática medicamentosa, neuropatia periférica, nefropatia por cristais, arritmia cardíaca, confusão, insuficiência renal crônica, necrose tubular aguda, polineuropatia, síndrome do desconforto respiratório agudo, anemia hemolítica, acidente vascular cerebral, anemia, cegueira, complicações na gravidez, doença autoimune, edema cerebral, hematúria, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, insuficiência respiratória, leucocitose, nefrite, perda auditiva sensorioneural, surdez, surdo-cegueira, transtorno auditivo, bradicardia, insuficiência hepática aguda, nefrite intersticial aguda, agranulocitose, meta-hemoglobinemia, parkinsonismo, afasia, anafilaxia, carcinoma, carcinoma espinocelular, citopenia, delirium, depressão nervosa, dispneia, dissonia, distúrbio da fala, doença da bexiga, doença da mama, doença genética, encefalite, eritema, eritema multiforme, erro metabólico hereditário, gastrite, gastroenterite, hipersonia, hipertensão arterial, hiperventilação, hipotensão arterial, histiocitose, infarto cerebral, infertilidade, insuficiência hepática, isquémia cerebral, leucopenia, linfo-histiocitose hemofagocítica, mielinólise pontina central, mielopatia, miopatia, neoplasia da mama, neoplasia mieloproliferativa, neuropatia óptica, neutropenia, papiledema, parada cardíaca, paralisia, paraparesia espástica tropical, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, pneumonia, rabdomiólise, retardo mental, tetraplegia, transtorno da comunicação, transtornos do humor e traumatismo craniano.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
44 de 83 artigos

Convulsão

BProvávelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
4 de 5 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
3 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
3 artigos

Creatinina que sobe horas depois da dose, com cristais no sedimento e pouco mais. Aciclovir em bolus, metotrexato em dose alta, sulfadiazina e indinavir são os clássicos — e hidratação com correção do pH previne o que o tratamento depois não desfaz.

Literatura:
3 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
2 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
1 artigos

Parkinsonismo

CPossívelNeurológica

Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.